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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Epagri-Sede. |
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Data corrente: |
28/02/2005 |
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Data da última atualização: |
10/04/2014 |
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Autoria: |
SANTOS, A. H. dos. |
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Afiliação: |
Epagri |
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Título: |
O vale do Rio Taia-HY- levantamento de araceas e dioscoreaceas comestiveis no litoral norte catarinense. |
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Ano de publicação: |
2005 |
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Fonte/Imprenta: |
2005. 135 f. |
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Idioma: |
Português |
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Notas: |
Dissertacao (Mestrado em Agroecossistemas)- Universidade Federal de Santa Catarina, 2005. Florianópolis, SC. |
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Conteúdo: |
Este levantamento descreve etnobotanicamente plantas produtoras de raízes tuberosas, sendo quatro espécies nativas e 3 introduzidas, originárias da Ásia e África. Estas culturas são mantida por descendentes de colonizadores alemães, cujos ancestrais colonizaram a parte norte do litoral catarinense.São consideradas como culturas de colheita oculta, pelo fato destas não serem incluídas em estatísticas oficiais publicadas pelo governo, apesar de sua importância na alimentação dos produtores.Estes produtores estão inseridos numa economia dualizada, produzindo bens para o mercado, através de uma agricultura modernizada, e ao mesmo tempo, mantém a produção tradicional, através do cultivo destas plantas para sua subsistência. Foram determinados os nomes populares e sua classificação botânica, através da coleta de folhas, flores e órgãos subterrâneos de reserva e também por informações sobre qualidades culinárias e outras características como odor, etc.Especialistas foram consultados quando as chaves botânicas não foram suficientes. Duas espécies de mangarito foram encontradas: o mangarito branco (Xanthosoma riedelianum Schott) e o mangarito roxo (Xanthosoma sp.). Diferenças significativas existem entre os dois:o mangarito roxo possui plantas plantas de maior porte, túberos com uma casca mais aderida e de coloração roxa, e exige o cultivo em condições de coivara, com sombreamento parcial.Suas folhas com formato peltado,não permitem classificá-lo entre as espécies de Xanthosoma cultivadas.Desta planta foram preparadas exsicatas que foram depositadas em institutos botânicos e aguardam classificação.Outras culturas nativas identificadas foram:taiá (Xanthosoma sagittifolium Schott) e cará mimoso (Dioscorea trifida L.). As culturas introduzidas classificadas foram:taiá-japão (Colocasia esculenta Schott, var. antiquorum),cará do ar(Dioscorea bulbifera L.)e cará de pão (Dioscorea alata L.).Para conhecer o manejo destas plantas foram utilizadas várias metodologias como: oficinas,exposição de raízes e entrevistas com informantes-chave.Roças de coivara e quintais agroflorestais são utilizados comumente para sua produção.Foram acompanhados 5 produtores na hora do preparo de pratos, revelando uma variedade de formas de preparo como alimento.Estas culturas representam um papel importante como segurança alimentar,podendo se colhidas ao longo do ano e requerem poucos cuidados , representando um potencial econômico aos pequenos produtores se houver expansão do mercado. MenosEste levantamento descreve etnobotanicamente plantas produtoras de raízes tuberosas, sendo quatro espécies nativas e 3 introduzidas, originárias da Ásia e África. Estas culturas são mantida por descendentes de colonizadores alemães, cujos ancestrais colonizaram a parte norte do litoral catarinense.São consideradas como culturas de colheita oculta, pelo fato destas não serem incluídas em estatísticas oficiais publicadas pelo governo, apesar de sua importância na alimentação dos produtores.Estes produtores estão inseridos numa economia dualizada, produzindo bens para o mercado, através de uma agricultura modernizada, e ao mesmo tempo, mantém a produção tradicional, através do cultivo destas plantas para sua subsistência. Foram determinados os nomes populares e sua classificação botânica, através da coleta de folhas, flores e órgãos subterrâneos de reserva e também por informações sobre qualidades culinárias e outras características como odor, etc.Especialistas foram consultados quando as chaves botânicas não foram suficientes. Duas espécies de mangarito foram encontradas: o mangarito branco (Xanthosoma riedelianum Schott) e o mangarito roxo (Xanthosoma sp.). Diferenças significativas existem entre os dois:o mangarito roxo possui plantas plantas de maior porte, túberos com uma casca mais aderida e de coloração roxa, e exige o cultivo em condições de coivara, com sombreamento parcial.Suas folhas com formato peltado,não permitem classificá-lo entre as espécies de Xanthosoma culti... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
Cultivo em coivara; Imigracao alema; Inhame; Preparo como alimento; Preservacao de sistemas indigenas; Quintal agroflorestal. |
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Categoria do assunto: |
B Sociologia Rural |
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Marc: |
LEADER 03227nam a2200193 a 4500 001 1034372 005 2014-04-10 008 2005 bl uuuu m 00u1 u #d 100 1 $aSANTOS, A. H. dos. 245 $aO vale do Rio Taia-HY- levantamento de araceas e dioscoreaceas comestiveis no litoral norte catarinense. 260 $a2005. 135 f.$c2005 500 $aDissertacao (Mestrado em Agroecossistemas)- Universidade Federal de Santa Catarina, 2005. Florianópolis, SC. 520 $aEste levantamento descreve etnobotanicamente plantas produtoras de raízes tuberosas, sendo quatro espécies nativas e 3 introduzidas, originárias da Ásia e África. Estas culturas são mantida por descendentes de colonizadores alemães, cujos ancestrais colonizaram a parte norte do litoral catarinense.São consideradas como culturas de colheita oculta, pelo fato destas não serem incluídas em estatísticas oficiais publicadas pelo governo, apesar de sua importância na alimentação dos produtores.Estes produtores estão inseridos numa economia dualizada, produzindo bens para o mercado, através de uma agricultura modernizada, e ao mesmo tempo, mantém a produção tradicional, através do cultivo destas plantas para sua subsistência. Foram determinados os nomes populares e sua classificação botânica, através da coleta de folhas, flores e órgãos subterrâneos de reserva e também por informações sobre qualidades culinárias e outras características como odor, etc.Especialistas foram consultados quando as chaves botânicas não foram suficientes. Duas espécies de mangarito foram encontradas: o mangarito branco (Xanthosoma riedelianum Schott) e o mangarito roxo (Xanthosoma sp.). Diferenças significativas existem entre os dois:o mangarito roxo possui plantas plantas de maior porte, túberos com uma casca mais aderida e de coloração roxa, e exige o cultivo em condições de coivara, com sombreamento parcial.Suas folhas com formato peltado,não permitem classificá-lo entre as espécies de Xanthosoma cultivadas.Desta planta foram preparadas exsicatas que foram depositadas em institutos botânicos e aguardam classificação.Outras culturas nativas identificadas foram:taiá (Xanthosoma sagittifolium Schott) e cará mimoso (Dioscorea trifida L.). As culturas introduzidas classificadas foram:taiá-japão (Colocasia esculenta Schott, var. antiquorum),cará do ar(Dioscorea bulbifera L.)e cará de pão (Dioscorea alata L.).Para conhecer o manejo destas plantas foram utilizadas várias metodologias como: oficinas,exposição de raízes e entrevistas com informantes-chave.Roças de coivara e quintais agroflorestais são utilizados comumente para sua produção.Foram acompanhados 5 produtores na hora do preparo de pratos, revelando uma variedade de formas de preparo como alimento.Estas culturas representam um papel importante como segurança alimentar,podendo se colhidas ao longo do ano e requerem poucos cuidados , representando um potencial econômico aos pequenos produtores se houver expansão do mercado. 653 $aCultivo em coivara 653 $aImigracao alema 653 $aInhame 653 $aPreparo como alimento 653 $aPreservacao de sistemas indigenas 653 $aQuintal agroflorestal
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Registro original: |
Epagri-Sede (Epagri-Sede) |
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Biblioteca |
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Registro |
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Status |
URL |
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| Registros recuperados : 90 | |
| 8. |  | SANTOS, J. P.; FAGUNDES, E.; NETTO, A. C. M. Flutuação populacional da mosca-das-frutas-sul-americana em pomares de macieira e pereira em Caçador, SC. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 24., 2016, São Luís, MA. Anais... São Luiz, MA: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2016.| Tipo: Resumo em Anais de Congresso |
| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 12. |  | GARDIN, J. P. P.; NETTO, A. C. M.; LEITE, T. O.; SCHVEITZER, B.; SPAGNOLLO, E. Altos níveis de cobre e zinco em solos do Vale do Rio do Peixe - SC. Uso excessivo de fungicidas? In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 26., 2019, Juazeiro. Anais... Campos dos Goytacazes, RJ: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2019.| Tipo: Resumo em Anais de Congresso |
| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 13. |  | PERAZZOLI, V.; SOUZA, A. L. K.; BONIN, B. F.; NETTO, A. C. M. ACC PARA RALEIO QUÍMICO DO PESSEGUEIRO: PRIMEIROS RESULTADOS. In: ENCONTRO NACIONAL DE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 18., 2024, Fraiburgo, SC. Resumos... Caçador, SC: Epagri, 2024. p. 217| Tipo: Resumo em Anais de Congresso |
| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 14. |  | ANDRADE, E. R.; BÓ, M. A. D.; NETTO, A. C. M.; PERAZZOLI, V. Avaliação da incidência de fungos envolvidos no declínio e morte de videiras no Alto Vale do Rio do Peixe, SC. In: SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 15., 2023, São Joaquim, SC. Resumos... São Joaquim, SC: Epagri, 2023. p. 116-116.| Tipo: Resumo em Anais de Congresso |
| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 18. |  | PERAZZOLI, V.; NETTO, A. C. M.; SOUZA, A. L. K.; BUSS, M. EFICIÊNCIA DE FUNGICIDAS NO CONTROLE DA FERRUGEM DO PESSEGUEIRO. In: SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 15., 2023, São Joaquim, SC. Resumos... São Joaquim, SC: Epagri, 2023. p. 123| Tipo: Resumo em Anais de Congresso |
| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
|    |
| 19. |  | WEBER, N. C.; MATTOS, A. P.; PERAZZOLI, V.; NETTO, A. C. M. Eficiência de inseticidas de menor impacto ambiental sobre a mortalidade de piolho-de-são-josé. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 29., 2025, Campinas, SP. Anais [...]. Campinas, SP: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2025. p. 338-338.| Tipo: Resumo em Anais de Congresso |
| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 20. |  | WEBER, N. C.; MATTOS, A. P.; PERAZZOLI, V.; NETTO, A. C. M. EFICIÊNCIA DE INSETICIDAS SINTÉTICOS EM TRATAMENTO DE INVERNO PARA PIOLHO DE SÃO JOSÉ. In: SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 16., 2025, São Joaquim, SC. Resumos Científicos [...]. São Joaquim, SC: Secretaria de Estado da Agricultura, 2025. p. 98-98.| Tipo: Resumo em Anais de Congresso |
| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| Registros recuperados : 90 | |
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| Expressão de busca inválida. Verifique!!! |
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