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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Epagri-Sede. |
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Data corrente: |
30/04/2014 |
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Data da última atualização: |
30/04/2014 |
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Tipo da produção científica: |
Artigo em Anais de Congresso / Nota Técnica |
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Autoria: |
RENK, A.; DORIGON, C. |
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Título: |
Trabalho, juventude rural e mudança social. |
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Ano de publicação: |
2012 |
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Fonte/Imprenta: |
In: REUNIÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA , 28., 2012, São Paulo. Desafios antropológicos contemporâneos. São Paulo: Associação Brasileira de Antropologia, 2012. p. 1-18. |
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ISBN: |
97885879424 |
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Idioma: |
Português |
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Conteúdo: |
O texto analisa a categoria trabalho, a partir de realidade empírica de campesinato, em acelerada mudança social, no sul do Brasil. Esta categoria foi constitutiva do ethos identitário camponês local (oeste catarinense) a exemplo de outras regiões. Classicamente, as gerações anteriores foram socializadas num contexto em que trabalho significava a penosidade (Delbos, Bourdieu,Woortmann), a autoexploração (Tepich), avaliado positivamente e como sinônimo de liberdade. Nos últimos anos, modifica-se o panorama, com acentuado índice de migração de jovens a centros urbanos, em busca de ?liberdade?, isto é, de renda própria e de administração de seu destino. A recusa do trabalho nas condições realizadas por pais e avós, impulsionando a migração, leva a escassez de mão-de-obra com a tentativa de subversão dos padrões morais de remuneração da força de trabalho aos integrantes familiares que ainda permanecem na agricultura, o que representa esfacelamento dos princípios da economia camponesa. A tentativa paterna de remuneração não significa o seu cumprimento, mas pode ser o mote para discussão das mudanças da categoria trabalho, da percepção do trabalho no mundo rural e das tensões intergeracionais. Enfim, o texto pretende apresentar situacionalmente contexto de reconversão negativa da categoria trabalho, e dos vínculos estabelecidos entre as gerações. |
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Palavras-Chave: |
juventude; mudança social; Trabalho. |
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Categoria do assunto: |
B Sociologia Rural |
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Marc: |
LEADER 01975naa a2200169 a 4500 001 1120774 005 2014-04-30 008 2012 bl uuuu u00u1 u #d 100 1 $aRENK, A. 245 $aTrabalho, juventude rural e mudança social.$h[electronic resource] 260 $c2012 520 $aO texto analisa a categoria trabalho, a partir de realidade empírica de campesinato, em acelerada mudança social, no sul do Brasil. Esta categoria foi constitutiva do ethos identitário camponês local (oeste catarinense) a exemplo de outras regiões. Classicamente, as gerações anteriores foram socializadas num contexto em que trabalho significava a penosidade (Delbos, Bourdieu,Woortmann), a autoexploração (Tepich), avaliado positivamente e como sinônimo de liberdade. Nos últimos anos, modifica-se o panorama, com acentuado índice de migração de jovens a centros urbanos, em busca de ?liberdade?, isto é, de renda própria e de administração de seu destino. A recusa do trabalho nas condições realizadas por pais e avós, impulsionando a migração, leva a escassez de mão-de-obra com a tentativa de subversão dos padrões morais de remuneração da força de trabalho aos integrantes familiares que ainda permanecem na agricultura, o que representa esfacelamento dos princípios da economia camponesa. A tentativa paterna de remuneração não significa o seu cumprimento, mas pode ser o mote para discussão das mudanças da categoria trabalho, da percepção do trabalho no mundo rural e das tensões intergeracionais. Enfim, o texto pretende apresentar situacionalmente contexto de reconversão negativa da categoria trabalho, e dos vínculos estabelecidos entre as gerações. 653 $ajuventude 653 $amudança social 653 $aTrabalho 700 1 $aDORIGON, C. 773 $tIn: REUNIÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA , 28., 2012, São Paulo. Desafios antropológicos contemporâneos. São Paulo: Associação Brasileira de Antropologia, 2012. p. 1-18.
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Registro original: |
Epagri-Sede (Epagri-Sede) |
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