01975naa a2200169 a 450000100080000000500110000800800410001910000130006024500720007326000090014552014090015465300140156365300200157765300130159770000160161077301790162611207742014-04-30 2012 bl uuuu u00u1 u #d1 aRENK, A. aTrabalho, juventude rural e mudan??a social.h[electronic resource] c2012 aO texto analisa a categoria trabalho, a partir de realidade emp??rica de campesinato, em acelerada mudan??a social, no sul do Brasil. Esta categoria foi constitutiva do ethos identit??rio campon??s local (oeste catarinense) a exemplo de outras regi??es. Classicamente, as gera????es anteriores foram socializadas num contexto em que trabalho significava a penosidade (Delbos, Bourdieu,Woortmann), a autoexplora????o (Tepich), avaliado positivamente e como sin??nimo de liberdade. Nos ??ltimos anos, modifica-se o panorama, com acentuado ??ndice de migra????o de jovens a centros urbanos, em busca de ?liberdade?, isto ??, de renda pr??pria e de administra????o de seu destino. A recusa do trabalho nas condi????es realizadas por pais e av??s, impulsionando a migra????o, leva a escassez de m??o-de-obra com a tentativa de subvers??o dos padr??es morais de remunera????o da for??a de trabalho aos integrantes familiares que ainda permanecem na agricultura, o que representa esfacelamento dos princ??pios da economia camponesa. A tentativa paterna de remunera????o n??o significa o seu cumprimento, mas pode ser o mote para discuss??o das mudan??as da categoria trabalho, da percep????o do trabalho no mundo rural e das tens??es intergeracionais. Enfim, o texto pretende apresentar situacionalmente contexto de reconvers??o negativa da categoria trabalho, e dos v??nculos estabelecidos entre as gera????es. ajuventude amudan??a social aTrabalho1 aDORIGON, C. tIn: REUNI??O BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA , 28., 2012, S??o Paulo. Desafios antropol??gicos contempor??neos. S??o Paulo: Associa????o Brasileira de Antropologia, 2012. p. 1-18.