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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Epagri-Sede. |
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Data corrente: |
15/04/2014 |
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Data da última atualização: |
15/04/2014 |
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Tipo da produção científica: |
Artigo em Anais de Congresso / Nota Técnica |
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Autoria: |
HECK, T. C.; STUKER, H.; DALENOGARE, N. S.; SCHNEIDER, L. |
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Título: |
Germinação de palmeiras australianas das espécies archontophoenix alexandrae, ARCHONTOPHOENIX CUNNINGHAMIANA e hibridos. |
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Ano de publicação: |
2013 |
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Fonte/Imprenta: |
In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FLORICULTURA E PLANTAS ORNAMENTAIS, 19. CONGRESSO BRASILEIRO DE CULTURA DE TECIDO DE PLANTAS , 6.., 2013, Recife, PE. Anais... Recife, PE: UFRPE, 2013. p. 597. |
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Idioma: |
Português |
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Conteúdo: |
O interesse pelo cultivo de palmeiras com dupla finalidade, alimentícia e ornamental tem aumentado
significativamente devido ao fator econômico. Espécies do gênero Archontophoenix são largamente
cultivadas como ornamentais nos trópicos e subtrópicos de ambos os hemisférios. No Brasil as
palmeiras australianas foram introduzidas como plantas ornamentais e a partir da década de 1990
passaram a ser cultivadas para produção de palmito, sobretudo na região litorânea de Santa
Catarina estendendo-se ao Centro-Sul do país. Como plantas ornamentais tem amplo uso no
paisagismo, proporcionando beleza, serenidade e fascínio à paisagem sendo considerados
elementos importantes do paisagismo nacional. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o
desempenho germinativo das espécies Archontophoenix alexandrae, Archontophoenix
cunninghamiana e híbridos visando observar diferenças que possam servir de parâmetro para
identificação destas espécies. O trabalho foi realizado com sementes colhidas de 3 espécies de
palmeiras: Archontophoenix alexandrae, Archontophoenix cunninghamiana e Híbridos, dos pomares
da Estação Experimental da EPAGRI em Itajaí. O experimento foi conduzido em casa de vegetação,
com temperatura e umidade controlada, em sementeira tipo bancada, contendo casca de arroz
carbonizada. As avaliações foram realizadas durante 63 dias com intervalo de sete dias, sendo a
primeira aos 21 dias após a semeadura. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado,
com três tratamentos e 11 repetições com 100 sementes. A espécie A. alexandrae apresentou
germinação de 80% aos 21 dias, seguida pelas palmeiras híbridas com 41% e A. cunninghamiana
com 7%. A percentagem máxima de germinação da A. alexandrae e Híbridos ocorreu aos 52 dias
após a semeadura com 95% e 80% respectivamente. A espécie A. cunninghamiana apresentou
percentagem máxima aos 63 dias após semeadura. Conclui-se que o período e percentagem de
germinação indicam comportamentos diferenciados na germinação das espécies estudas. MenosO interesse pelo cultivo de palmeiras com dupla finalidade, alimentícia e ornamental tem aumentado
significativamente devido ao fator econômico. Espécies do gênero Archontophoenix são largamente
cultivadas como ornamentais nos trópicos e subtrópicos de ambos os hemisférios. No Brasil as
palmeiras australianas foram introduzidas como plantas ornamentais e a partir da década de 1990
passaram a ser cultivadas para produção de palmito, sobretudo na região litorânea de Santa
Catarina estendendo-se ao Centro-Sul do país. Como plantas ornamentais tem amplo uso no
paisagismo, proporcionando beleza, serenidade e fascínio à paisagem sendo considerados
elementos importantes do paisagismo nacional. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o
desempenho germinativo das espécies Archontophoenix alexandrae, Archontophoenix
cunninghamiana e híbridos visando observar diferenças que possam servir de parâmetro para
identificação destas espécies. O trabalho foi realizado com sementes colhidas de 3 espécies de
palmeiras: Archontophoenix alexandrae, Archontophoenix cunninghamiana e Híbridos, dos pomares
da Estação Experimental da EPAGRI em Itajaí. O experimento foi conduzido em casa de vegetação,
com temperatura e umidade controlada, em sementeira tipo bancada, contendo casca de arroz
carbonizada. As avaliações foram realizadas durante 63 dias com intervalo de sete dias, sendo a
primeira aos 21 dias após a semeadura. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado,
com três tratamen... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
Archontophoenix alexandrae; Germinação; Palmeira australiana. |
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Categoria do assunto: |
P Recursos Naturais, Ciências Ambientais e da Terra |
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Marc: |
LEADER 02823naa a2200193 a 4500 001 1120614 005 2014-04-15 008 2013 bl uuuu u00u1 u #d 100 1 $aHECK, T. C. 245 $aGerminação de palmeiras australianas das espécies archontophoenix alexandrae, ARCHONTOPHOENIX CUNNINGHAMIANA e hibridos.$h[electronic resource] 260 $c2013 520 $aO interesse pelo cultivo de palmeiras com dupla finalidade, alimentícia e ornamental tem aumentado significativamente devido ao fator econômico. Espécies do gênero Archontophoenix são largamente cultivadas como ornamentais nos trópicos e subtrópicos de ambos os hemisférios. No Brasil as palmeiras australianas foram introduzidas como plantas ornamentais e a partir da década de 1990 passaram a ser cultivadas para produção de palmito, sobretudo na região litorânea de Santa Catarina estendendo-se ao Centro-Sul do país. Como plantas ornamentais tem amplo uso no paisagismo, proporcionando beleza, serenidade e fascínio à paisagem sendo considerados elementos importantes do paisagismo nacional. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho germinativo das espécies Archontophoenix alexandrae, Archontophoenix cunninghamiana e híbridos visando observar diferenças que possam servir de parâmetro para identificação destas espécies. O trabalho foi realizado com sementes colhidas de 3 espécies de palmeiras: Archontophoenix alexandrae, Archontophoenix cunninghamiana e Híbridos, dos pomares da Estação Experimental da EPAGRI em Itajaí. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, com temperatura e umidade controlada, em sementeira tipo bancada, contendo casca de arroz carbonizada. As avaliações foram realizadas durante 63 dias com intervalo de sete dias, sendo a primeira aos 21 dias após a semeadura. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com três tratamentos e 11 repetições com 100 sementes. A espécie A. alexandrae apresentou germinação de 80% aos 21 dias, seguida pelas palmeiras híbridas com 41% e A. cunninghamiana com 7%. A percentagem máxima de germinação da A. alexandrae e Híbridos ocorreu aos 52 dias após a semeadura com 95% e 80% respectivamente. A espécie A. cunninghamiana apresentou percentagem máxima aos 63 dias após semeadura. Conclui-se que o período e percentagem de germinação indicam comportamentos diferenciados na germinação das espécies estudas. 653 $aArchontophoenix alexandrae 653 $aGerminação 653 $aPalmeira australiana 700 1 $aSTUKER, H. 700 1 $aDALENOGARE, N. S. 700 1 $aSCHNEIDER, L. 773 $tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FLORICULTURA E PLANTAS ORNAMENTAIS, 19. CONGRESSO BRASILEIRO DE CULTURA DE TECIDO DE PLANTAS , 6.., 2013, Recife, PE. Anais... Recife, PE: UFRPE, 2013. p. 597.
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Registro original: |
Epagri-Sede (Epagri-Sede) |
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| Registros recuperados : 2 | |
| 1. |  | BETEMPS, D. L.; CIOTTA, M. N.; RAMOS, R. F.; BRUNETTO, G.; NAVA, G.; FELIPPETO, J. Qualidade do mosto de videira 'Cabernet Sauvignon' em resposta à adubação fosfatada. In: REUNIÃO TÉCNICA SOBRE CALAGEM E ADUBAÇÃO EM FRUTÍFERAS, ., 2020, Bento Gonçalves, RS. Resumos... Bento Gonçalves, RS: SBCS, 2020.| Tipo: Resumo em Anais de Congresso |
| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 2. |  | MOURA-BUENO, J. M.; CIOTTA, M. N.; BETEMPS, D. L.; FELIPPETO, J.; NAVA, G.; STEFANELLO, L. O.; TASSINARI, A.; SCHMITT, D. E.; RAMOS, R. F.; BROWN, P. H.; BRUNETTO, G. Yield and critical levels of P in ?Cabernet Sauvignon? vineyards grown in subtropical soils. VITIS: Journal of Grapevine Research, Quedlinburg, v. 64, n. 09, p. 1-11, 2025.| Tipo: Artigo em Periódico Indexado |
| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| Registros recuperados : 2 | |
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