02823naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024501510007626000090022752020730023665300310230965300170234065300250235770000150238270000220239770000180241977301920243711206142014-04-15 2013 bl uuuu u00u1 u #d1 aHECK, T. C. aGermina????o de palmeiras australianas das esp??cies archontophoenix alexandrae, ARCHONTOPHOENIX CUNNINGHAMIANA e hibridos.h[electronic resource] c2013 aO interesse pelo cultivo de palmeiras com dupla finalidade, aliment??cia e ornamental tem aumentado significativamente devido ao fator econ??mico. Esp??cies do g??nero Archontophoenix s??o largamente cultivadas como ornamentais nos tr??picos e subtr??picos de ambos os hemisf??rios. No Brasil as palmeiras australianas foram introduzidas como plantas ornamentais e a partir da d??cada de 1990 passaram a ser cultivadas para produ????o de palmito, sobretudo na regi??o litor??nea de Santa Catarina estendendo-se ao Centro-Sul do pa??s. Como plantas ornamentais tem amplo uso no paisagismo, proporcionando beleza, serenidade e fasc??nio ?? paisagem sendo considerados elementos importantes do paisagismo nacional. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho germinativo das esp??cies Archontophoenix alexandrae, Archontophoenix cunninghamiana e h??bridos visando observar diferen??as que possam servir de par??metro para identifica????o destas esp??cies. O trabalho foi realizado com sementes colhidas de 3 esp??cies de palmeiras: Archontophoenix alexandrae, Archontophoenix cunninghamiana e H??bridos, dos pomares da Esta????o Experimental da EPAGRI em Itaja??. O experimento foi conduzido em casa de vegeta????o, com temperatura e umidade controlada, em sementeira tipo bancada, contendo casca de arroz carbonizada. As avalia????es foram realizadas durante 63 dias com intervalo de sete dias, sendo a primeira aos 21 dias ap??s a semeadura. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com tr??s tratamentos e 11 repeti????es com 100 sementes. A esp??cie A. alexandrae apresentou germina????o de 80% aos 21 dias, seguida pelas palmeiras h??bridas com 41% e A. cunninghamiana com 7%. A percentagem m??xima de germina????o da A. alexandrae e H??bridos ocorreu aos 52 dias ap??s a semeadura com 95% e 80% respectivamente. A esp??cie A. cunninghamiana apresentou percentagem m??xima aos 63 dias ap??s semeadura. Conclui-se que o per??odo e percentagem de germina????o indicam comportamentos diferenciados na germina????o das esp??cies estudas. aArchontophoenix alexandrae aGermina????o aPalmeira australiana1 aSTUKER, H.1 aDALENOGARE, N. S.1 aSCHNEIDER, L. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FLORICULTURA E PLANTAS ORNAMENTAIS, 19. CONGRESSO BRASILEIRO DE CULTURA DE TECIDO DE PLANTAS , 6.., 2013, Recife, PE. Anais... Recife, PE: UFRPE, 2013. p. 597.