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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Epagri-Chapecó; Epagri-Itajaí; Epagri-São Joaquim; Epagri-Sede. |
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Data corrente: |
26/10/2011 |
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Data da última atualização: |
18/11/2011 |
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Autoria: |
VISCONTI, A. |
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Título: |
Residuos da industria pesqueira na inducao de supressividade a Cylindrocladium spathiphylli e ralstonia solanacearum e de biofertilizantes no controle de oidios. |
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Ano de publicação: |
2011 |
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Fonte/Imprenta: |
2011 |
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Páginas: |
127 f. |
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Idioma: |
Português |
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Notas: |
Tese ( Doutorado em Agronimia) - Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho", 2011, Botucatu, SP. |
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Conteúdo: |
O trabalho teve por objetivo avaliar o potencial de hidrolisado de peixe (HP), emulsão de peixe (EP), casca de camarão (CC), pó da alga marinha Sargassum sp. (AG) e pó de concha de marisco (CM) no controle de Cylindrocladium spathiphylli em espatifilo e Ralstonia solanacearum em tomate; e avaliar o efeito de dois biofertilizantes no controle de Oidium neolycopersici em tomate e Podosphaera fuliginea em pepino. Ao substrato padrão de cultivo de espatifilo, coletado de sistemas de produção naturalmente infestado com o patógeno, foram incorporados HP e EP nas concentrações de 0, 5, 10, 15, 20 e 25% (v/v) do volume necessário para atingir a capacidade de retenção de água e CC, AG e CM nas concentrações de 0, 1, 2, 3, 4 e 5% (v/v). As misturas foram incubadas por 10 dias à temperatura ambiente e, posteriormente, transferidas para vasos plásticos de 300 mL, seguido do plantio de uma muda de espatifilo da variedade Opal. No plantio, aos 90 e aos 180 dias de cultivo foi determinada a respiração microbiana, o carbono da biomassa microbiana e atividade de hidrólise do diacetato de fluoresceína. Macro e micronutrientes dos substratos foram determinados no plantio e ao final do experimento. A incidência da doença foi avaliada aos 180 dias de cultivo e a severidade semanalmente até os 180 dias após o plantio. Para confirmação da presença do patógeno, fragmentos de raízes foram transferidos para placas de Petri contendo BDA + estreptomicina. A EP a 20% (v/v) induziu a supressividade a C. spathiphylli. No controle de R. solanacearum o substrato de cultivo (80% latossolo + 20% substrato comercial à base de casca de pinus + 5g de 10-10-10 L-1 de substrato) foi infestado com 250 mL da suspensão do patógeno na concentração de 107 UFC mL-1/litro de substrato. Após sete dias de incubação incorporou-se os resíduos nas concentrações de 0; 1,5; 3 e 6% (v/v) para CC, AG e CM e 0; 7,5; 15; 22,5 e 30% (v/v) de EP do volume de água necessário para atingir a capacidade de campo. As misturas foram distribuídas em vasos de 2,8 L e mantidas em casa de vegetação por 10 dias seguido do plantio de quatro mudas de tomate ?Santa Clara VF 5600? com 25 dias de idade/vaso. As varíaveis analisadas foram: atividade enzimática de urease, respiração e macro e micronutrientes dos substratos, a incidência aos 115 dias e a severidade da doença a cada três dias. Os resíduos marinhos não controlaram R. solanacearum em plantas de tomate. O efeito dos biofertilizantes no controle de O. neolycopersici em tomate e P. fuliginea em pepino foi avaliado com aplicação preventiva e curativa. Duas mudas de pepino e tomate com 15 e 50 dias de idade, respectivamente, foram cultivadas em vasos de 2,8 L contendo o substrato descrito anteriormente. Nos tratamentos curativos, as folhas de pepino e tomate foram inoculadas com suspensão de 105 esporos mL-1 do patógeno e, após três dias pulverizados os biofertilizantes nas faces adaxial e abaxial das folhas até o ponto de escorrimento. Nos tratamentos preventivos, plantas previamente pulverizadas com os biofertilizantes foram mantidas em casa de vegetação contendo inóculo natural do patógeno. As pulverizações dos biofertilizantes foram repetidas semanalmente e a severidade avaliada a cada sete dias. O biofertilizante 2, pulverizado preventivamente, reduziu a severidade de P. fuliginea em pepino no primeiro cultivo. MenosO trabalho teve por objetivo avaliar o potencial de hidrolisado de peixe (HP), emulsão de peixe (EP), casca de camarão (CC), pó da alga marinha Sargassum sp. (AG) e pó de concha de marisco (CM) no controle de Cylindrocladium spathiphylli em espatifilo e Ralstonia solanacearum em tomate; e avaliar o efeito de dois biofertilizantes no controle de Oidium neolycopersici em tomate e Podosphaera fuliginea em pepino. Ao substrato padrão de cultivo de espatifilo, coletado de sistemas de produção naturalmente infestado com o patógeno, foram incorporados HP e EP nas concentrações de 0, 5, 10, 15, 20 e 25% (v/v) do volume necessário para atingir a capacidade de retenção de água e CC, AG e CM nas concentrações de 0, 1, 2, 3, 4 e 5% (v/v). As misturas foram incubadas por 10 dias à temperatura ambiente e, posteriormente, transferidas para vasos plásticos de 300 mL, seguido do plantio de uma muda de espatifilo da variedade Opal. No plantio, aos 90 e aos 180 dias de cultivo foi determinada a respiração microbiana, o carbono da biomassa microbiana e atividade de hidrólise do diacetato de fluoresceína. Macro e micronutrientes dos substratos foram determinados no plantio e ao final do experimento. A incidência da doença foi avaliada aos 180 dias de cultivo e a severidade semanalmente até os 180 dias após o plantio. Para confirmação da presença do patógeno, fragmentos de raízes foram transferidos para placas de Petri contendo BDA + estreptomicina. A EP a 20% (v/v) induziu a supressividade a C. ... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
Alga; Bilfertilizante; Biofertilizante; Casca de camarao; Concha de marisco; Controle; Controle biologico; Emulsao de peixe; Espatifilio; Hidrolisado de peixe; Indústria pesqueira; Lirio da paz; Oidio; Residui industrial; Resíduo; Residuo industrial; Residuos marinhos; Sargassum; Spatifiulum wallisi; Supressividade. |
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Categoria do assunto: |
-- X Pesquisa, Tecnologia e Engenharia |
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Marc: |
LEADER 04570nam a2200373 a 4500 001 1118320 005 2011-11-18 008 2011 bl uuuu m 00u1 u #d 100 1 $aVISCONTI, A. 245 $aResiduos da industria pesqueira na inducao de supressividade a Cylindrocladium spathiphylli e ralstonia solanacearum e de biofertilizantes no controle de oidios. 260 $a2011$c2011 300 $a127 f. 500 $aTese ( Doutorado em Agronimia) - Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho", 2011, Botucatu, SP. 520 $aO trabalho teve por objetivo avaliar o potencial de hidrolisado de peixe (HP), emulsão de peixe (EP), casca de camarão (CC), pó da alga marinha Sargassum sp. (AG) e pó de concha de marisco (CM) no controle de Cylindrocladium spathiphylli em espatifilo e Ralstonia solanacearum em tomate; e avaliar o efeito de dois biofertilizantes no controle de Oidium neolycopersici em tomate e Podosphaera fuliginea em pepino. Ao substrato padrão de cultivo de espatifilo, coletado de sistemas de produção naturalmente infestado com o patógeno, foram incorporados HP e EP nas concentrações de 0, 5, 10, 15, 20 e 25% (v/v) do volume necessário para atingir a capacidade de retenção de água e CC, AG e CM nas concentrações de 0, 1, 2, 3, 4 e 5% (v/v). As misturas foram incubadas por 10 dias à temperatura ambiente e, posteriormente, transferidas para vasos plásticos de 300 mL, seguido do plantio de uma muda de espatifilo da variedade Opal. No plantio, aos 90 e aos 180 dias de cultivo foi determinada a respiração microbiana, o carbono da biomassa microbiana e atividade de hidrólise do diacetato de fluoresceína. Macro e micronutrientes dos substratos foram determinados no plantio e ao final do experimento. A incidência da doença foi avaliada aos 180 dias de cultivo e a severidade semanalmente até os 180 dias após o plantio. Para confirmação da presença do patógeno, fragmentos de raízes foram transferidos para placas de Petri contendo BDA + estreptomicina. A EP a 20% (v/v) induziu a supressividade a C. spathiphylli. No controle de R. solanacearum o substrato de cultivo (80% latossolo + 20% substrato comercial à base de casca de pinus + 5g de 10-10-10 L-1 de substrato) foi infestado com 250 mL da suspensão do patógeno na concentração de 107 UFC mL-1/litro de substrato. Após sete dias de incubação incorporou-se os resíduos nas concentrações de 0; 1,5; 3 e 6% (v/v) para CC, AG e CM e 0; 7,5; 15; 22,5 e 30% (v/v) de EP do volume de água necessário para atingir a capacidade de campo. As misturas foram distribuídas em vasos de 2,8 L e mantidas em casa de vegetação por 10 dias seguido do plantio de quatro mudas de tomate ?Santa Clara VF 5600? com 25 dias de idade/vaso. As varíaveis analisadas foram: atividade enzimática de urease, respiração e macro e micronutrientes dos substratos, a incidência aos 115 dias e a severidade da doença a cada três dias. Os resíduos marinhos não controlaram R. solanacearum em plantas de tomate. O efeito dos biofertilizantes no controle de O. neolycopersici em tomate e P. fuliginea em pepino foi avaliado com aplicação preventiva e curativa. Duas mudas de pepino e tomate com 15 e 50 dias de idade, respectivamente, foram cultivadas em vasos de 2,8 L contendo o substrato descrito anteriormente. Nos tratamentos curativos, as folhas de pepino e tomate foram inoculadas com suspensão de 105 esporos mL-1 do patógeno e, após três dias pulverizados os biofertilizantes nas faces adaxial e abaxial das folhas até o ponto de escorrimento. Nos tratamentos preventivos, plantas previamente pulverizadas com os biofertilizantes foram mantidas em casa de vegetação contendo inóculo natural do patógeno. As pulverizações dos biofertilizantes foram repetidas semanalmente e a severidade avaliada a cada sete dias. O biofertilizante 2, pulverizado preventivamente, reduziu a severidade de P. fuliginea em pepino no primeiro cultivo. 653 $aAlga 653 $aBilfertilizante 653 $aBiofertilizante 653 $aCasca de camarao 653 $aConcha de marisco 653 $aControle 653 $aControle biologico 653 $aEmulsao de peixe 653 $aEspatifilio 653 $aHidrolisado de peixe 653 $aIndústria pesqueira 653 $aLirio da paz 653 $aOidio 653 $aResidui industrial 653 $aResíduo 653 $aResiduo industrial 653 $aResiduos marinhos 653 $aSargassum 653 $aSpatifiulum wallisi 653 $aSupressividade
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| 1. |  | SCHMITT, D. E.; GUARDINI, R.; BENEDETT, L.; FREITAS NETO, A. H.; VEIGA, M.; BRUNETTO, G.; COMIN, J. J.; FERREIRA, F. P. Alteração de atributos físicos em solo submetido à aplicação de dejetos de suínos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 33., 2011, Uberlândia, MG. Resumos... Uberlândia, MG: UFU, 2011. p. 1-4.| Tipo: Artigo em Anais de Congresso / Nota Técnica |
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