04570nam a2200373 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024501660007726000150024330000110025850001150026952034320038465300090381665300200382565300200384565300210386565300220388665300130390865300230392165300210394465300160396565300250398165300250400665300170403165300100404865300230405865300130408165300230409465300220411765300140413965300240415365300190417711183202011-11-18 2011 bl uuuu m 00u1 u #d1 aVISCONTI, A. aResiduos da industria pesqueira na inducao de supressividade a Cylindrocladium spathiphylli e ralstonia solanacearum e de biofertilizantes no controle de oidios. a2011c2011 a127 f. aTese ( Doutorado em Agronimia) - Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho", 2011, Botucatu, SP. aO trabalho teve por objetivo avaliar o potencial de hidrolisado de peixe (HP), emuls??o de peixe (EP), casca de camar??o (CC), p?? da alga marinha Sargassum sp. (AG) e p?? de concha de marisco (CM) no controle de Cylindrocladium spathiphylli em espatifilo e Ralstonia solanacearum em tomate; e avaliar o efeito de dois biofertilizantes no controle de Oidium neolycopersici em tomate e Podosphaera fuliginea em pepino. Ao substrato padr??o de cultivo de espatifilo, coletado de sistemas de produ????o naturalmente infestado com o pat??geno, foram incorporados HP e EP nas concentra????es de 0, 5, 10, 15, 20 e 25% (v/v) do volume necess??rio para atingir a capacidade de reten????o de ??gua e CC, AG e CM nas concentra????es de 0, 1, 2, 3, 4 e 5% (v/v). As misturas foram incubadas por 10 dias ?? temperatura ambiente e, posteriormente, transferidas para vasos pl??sticos de 300 mL, seguido do plantio de uma muda de espatifilo da variedade Opal. No plantio, aos 90 e aos 180 dias de cultivo foi determinada a respira????o microbiana, o carbono da biomassa microbiana e atividade de hidr??lise do diacetato de fluoresce??na. Macro e micronutrientes dos substratos foram determinados no plantio e ao final do experimento. A incid??ncia da doen??a foi avaliada aos 180 dias de cultivo e a severidade semanalmente at?? os 180 dias ap??s o plantio. Para confirma????o da presen??a do pat??geno, fragmentos de ra??zes foram transferidos para placas de Petri contendo BDA + estreptomicina. A EP a 20% (v/v) induziu a supressividade a C. spathiphylli. No controle de R. solanacearum o substrato de cultivo (80% latossolo + 20% substrato comercial ?? base de casca de pinus + 5g de 10-10-10 L-1 de substrato) foi infestado com 250 mL da suspens??o do pat??geno na concentra????o de 107 UFC mL-1/litro de substrato. Ap??s sete dias de incuba????o incorporou-se os res??duos nas concentra????es de 0; 1,5; 3 e 6% (v/v) para CC, AG e CM e 0; 7,5; 15; 22,5 e 30% (v/v) de EP do volume de ??gua necess??rio para atingir a capacidade de campo. As misturas foram distribu??das em vasos de 2,8 L e mantidas em casa de vegeta????o por 10 dias seguido do plantio de quatro mudas de tomate ?Santa Clara VF 5600? com 25 dias de idade/vaso. As var??aveis analisadas foram: atividade enzim??tica de urease, respira????o e macro e micronutrientes dos substratos, a incid??ncia aos 115 dias e a severidade da doen??a a cada tr??s dias. Os res??duos marinhos n??o controlaram R. solanacearum em plantas de tomate. O efeito dos biofertilizantes no controle de O. neolycopersici em tomate e P. fuliginea em pepino foi avaliado com aplica????o preventiva e curativa. Duas mudas de pepino e tomate com 15 e 50 dias de idade, respectivamente, foram cultivadas em vasos de 2,8 L contendo o substrato descrito anteriormente. Nos tratamentos curativos, as folhas de pepino e tomate foram inoculadas com suspens??o de 105 esporos mL-1 do pat??geno e, ap??s tr??s dias pulverizados os biofertilizantes nas faces adaxial e abaxial das folhas at?? o ponto de escorrimento. Nos tratamentos preventivos, plantas previamente pulverizadas com os biofertilizantes foram mantidas em casa de vegeta????o contendo in??culo natural do pat??geno. As pulveriza????es dos biofertilizantes foram repetidas semanalmente e a severidade avaliada a cada sete dias. O biofertilizante 2, pulverizado preventivamente, reduziu a severidade de P. fuliginea em pepino no primeiro cultivo. aAlga aBilfertilizante aBiofertilizante aCasca de camarao aConcha de marisco aControle aControle biologico aEmulsao de peixe aEspatifilio aHidrolisado de peixe aInd??stria pesqueira aLirio da paz aOidio aResidui industrial aRes??duo aResiduo industrial aResiduos marinhos aSargassum aSpatifiulum wallisi aSupressividade