01692naa a2200169 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024501090007626000090018552011740019465300280136865300140139665300190141070000170142977300760144610877972012-12-12 2012 bl uuuu u00u1 u #d1 aBACK, A. J. aSoma t??rmica nas fases fenol??gicas da viceira 'Niagara Rosada' cultivada em Urussanga, Santa Catarina. c2012 aEste trabalho teve como objetivo caracterizar o comportamento fenol??gico e determinar a exig??ncia t??rmica da cultivar de videira Ni??gara Rosada cultivada na Regi??o dos Vales da Uva Goethe, Sul de Santa Catarina. Foram utilizadas as observa????es de um experimento com dezesseis porta-enxerto instalado na esta????o Experimental de Epagri de Urussanga, SC. O experimento foi conduzido no sistema de latada, no espa??amento de 3,0 m x 1,5 m durante quatro anos. A fenologia das plantas foi avaliada quanto ?? dura????o dos dias de cada um dos seguintes per??odos: poda ?? brota????o (PO-BR); brota????o ?? plena flora????o (BR-PF); plena flora????o ao in??cio da matura????o (PF-IM); in??cio da matura????o ?? colheita (IM-CO). A exig??ncia t??rmica foi calculada empregando-se o somat??rio de graus-dia para cada um dos per??odos, considerando-se as temperaturas basais 10 e 12??C. A temperatura basal de 10?? foi a mais indicada para calcular a exig??ncia t??rmica da videira. Exig??ncia t??rmica dos per??odos PO-BR, BR-PF, PF-IM, IM-CO ?? de 243, 247, 908 e 287 graus-dia, respectivamente; A exig??ncia t??rmica do per??odo da poda ?? colheita ?? 1685 graus-dia. aDesenvolvimento vegetal aFenologia aVitis labrusca1 aBRUNA, E. D. tAgropecu??ria Catarinense, Florian??polisgv. 25, n. 3, p. 85-89, 2012.