03341naa a2200265 a 450000100080000000500110000800800410001910000240006024501260008426000090021052025360021965300170275565300160277265300140278865300170280265300200281965300270283965300110286670000220287770000210289970000250292070000310294570000190297677300800299510872812012-10-22 2012 bl uuuu u00u1 u #d1 aMICHEREFF-FILHO, M. aResposta ?? mosca-branca (Bemisia tabaci) e ao Tomato severe rugose virus de acessos de Solanum subg??nero Leptostemonum. c2012 aA mosca-branca (Bemisia tabaci) e a infec????o por esp??cies de Begomovirus s??o dois graves problemas fitossanit??rios que afetam a produ????o e qualidade do tomateiro (Solanum lycopersicum) e de outras solan??ceas de import??ncia econ??mica. O presente trabalho foi conduzido sob condi????es controladas, em casa de vegeta????o, visando avaliar a resposta ao Tomato severe rugose virus (ToSRV) e ?? mosca-branca (B. tabaci bi??tipo B) de 36 acessos de esp??cies relacionadas ao g??nero Solanum subg??nero Leptostemonum (= grupo das solan??ceas providas de espinhos). A inocula????o de ToSRV foi realizada em mudas (43 dias ap??s o semeio) utilizando-se um col??nia virul??fera de B. tabaci bi??tipo B. Duas cultivares de tomateiro foram inclu??das como testemunhas suscet??veis. A avalia????o ao ToSRV foi feita de acordo com uma escala de severidade de sintomas e a presen??a de infec????o sist??mica foi verificada via rea????o em cadeia da polimerase (PCR) com 'primers' universais para esp??cies de Begomovirus. A maioria dos acessos apresentou uma resposta do tipo resist??ncia ou quase imunidade ao ToSRV, n??o apresentando sintomas evidentes e nenhum ind??cio de infec????o sist??mica ou acumula????o viral. Um grupo reduzido de acessos de S. stramonifolium, S. asperolanatum e S. jamaiscense apresentou uma resposta do tipo toler??ncia, caracterizada por baixa acumula????o viral e sintomas suaves. O acesso S. mammosum 'CNPH 035', embora tolerante, foi o ??nico que apresentou sintomas mais evidentes de infec????o viral e acumula????o de ToSRV. O mesmo grupo de 36 acessos foi avaliado em rela????o ?? coloniza????o por B. tabaci em testes de livre escolha. Diferen??as significativas foram observadas entre acessos para oviposi????o e o n??mero de ninfas no quarto instar, indicando a presen??a de fatores de resist??ncia ao inseto. Dez acessos de S. asperolanatum, S. stramonifolium, S. paniculatum e S. syssimbriifolium se mostraram completamente livres de oviposi????o. Desta forma, esses acessos do subg??nero Leptostemonum podem ser considerados potenciais fontes de genes de resist??ncia tanto para B. tabaci quanto para ToSRV. Essa diversidade gen??tica pode ser transferida para outras esp??cies do g??nero Solanum via t??cnicas de biologia celular e/ou isolamento e mobiliza????o desses genes via transgenia. Os resultados tamb??m sugerem que, em condi????es naturais, esp??cies do subg??nero Leptostemonum n??o representam importantes fontes de in??culo de ToSRV e/ou hospedeiras alternativas para B. tabaci. aAleirod??deo aBegomovirus aJurubebas aMosca-branca aPraga de planta aSolan??ceas espinhosas atomate1 aMACHINI, W. D. B.1 aMENDON??A, J. L.1 aFONSECA, M. E. de N.1 aFERNANDES-ACIOLI, N. A. N.1 aBOITEUX, L. S. tHorticultura Brasileira, Brasiliagv. 30, n. 3, p. 440-445, jul./set. 2012.