02105naa a2200229 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024500790007626000090015552014570016465300310162165300170165265300170166965300140168665300220170065300120172265300200173470000210175470000190177577300810179410865122012-08-16 2012 bl uuuu u00u1 u #d1 aPEGO, R. G. aSoaking curve and effect of temperature on the germination of daisy seeds. c2012 aA curva de embebi????o e o efeito da temperatura sobre a germina????o de sementes de margarida (Chrysanthemum leucanthemum) foram caracterizados. Para determinar a curva de embebi????o, quatro amostras de 0,5 g de sementes foram embebidas em papel germitest umedecido com ??gua destilada e mantidas em germinador a 25??C. As sementes foram pesadas em per??odos de 0, 3, 6, 9, 12, 24, 36, 48, 60, 72, 84 e 96 horas, com aux??lio de balan??a de precis??o digital de 0,0001 g. Foi ajustada uma curva trif??sica padr??o de germina????o, permitindo a determina????o do in??cio e a dura????o da fase II do processo de germina????o. O teste de germina????o foi realizado com quatro repeti????es de 50 sementes dispostas em caixas "gerbox" mantidas em germinadores nas temperaturas de 20, 25, 30 ou 20-30??C. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado. Os dados foram submetidos ?? an??lise de vari??ncia e as m??dias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Para an??lise da germina????o acumulada das sementes foi feita regress??o em fun????o dos dias de avalia????o. A embebi????o de sementes de margarida apresentou padr??o trif??sico de germina????o e as fases I e II duraram 12 e 48 horas, respectivamente. A melhor temperatura para a germina????o das sementes de margarida foi 25??C. A temperatura de 30??C promoveu termoinibi????o de germina????o e aumentou a porcentagem de sementes mortas e dormentes e pl??ntulas anormais. aChrysanthemum leucanthemum aFloricultura aGermina????o aMargarida aPlanta ornamental aSemente aTermoinibi????o1 aGROSSI, J. A. S.1 aBARBOSA, J. G. tHorticultura Brasileira, Bras??liagv. 30, n. 2, p. 312-316, abr./jun. 2012.