02095naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000230006024500830008326000090016652015010017565300160167665300130169265300230170570000180172870000170174670000200176370000200178377300860180310854942012-06-13 2012 bl uuuu u00u1 u #d1 aOLIVEIRA, M. V. C. aCaracteriza????o de clones de mandioca utilizando marcadores microssat??lites. c2012 aAs caracter??sticas dos clones utilizados no cultivo da mandioca variam de acordo com a aptid??o comercial da cultura, ou seja, para o processo industrial e consumo humano "in natura". O presente trabalho objetivou identificar clones novos de mandioca obtidos por policruzamento na Universidade Federal de Lavras (UFLA) em 1998 com rela????o a essas aptid??es. Para tanto, procurou-se identificar clones com padr??es moleculares semelhantes aos padr??es apresentados pelos clones comerciais. A metodologia utilizada para a extra????o do DNA e obten????o dos padr??es de bandas foi a mesma recomendada para a t??cnica de marcador molecular microssat??lite. A caracteriza????o molecular dos clones de mandiocas do acesso UFLA e clones comerciais apresentou uma distribui????o de similaridade concentrada em dois grupos. Um grupo ?? composto pelos clones comerciais de consumo humano "in natura" Baiana, Casca-roxa e IAC 576-70, e os acessos UFLA 7, UFLA E, UFLA 22 e UFLA 55. Outro grupo ?? composto pelos clones comerciais para processo industrial, FIBRA, IAC 12, IAC 13, IAC 14 e IAC 15, e os acessos UFLA 20, UFLA 33, UFLA 36 e UFLA 64. A cultivar comercial Ouro-do-vale e os clones UFLA 38 e UFLA 69 sequer enquadraram-se em qualquer grupo, seja de mesa ou ind??stria, enquanto, que o clone P??o-da-china (de mesa) agrupou-se junto com os clones da ind??stria. Portanto, a utiliza????o dos primers foi adequada para agrupar os clones com aptid??o para uso "in natura", mas n??o para ind??stria. aAgrupamento aMandioca aMarcador gen??tico1 aBALIZA, D. P.1 aSOUZA, G. A.1 aCARVALHO, S. P.1 aASSIS, L. H. B. tRevista Ci??ncia Agron??mica, Fortalezagv. 43, n. 1. p. 170-176, jan./mar. 2012.