02244naa a2200265 a 450000100080000000500110000800800410001910000180006024501310007826000090020952014290021865300210164765300280166865300310169665300200172765300110174765300120175865300310177070000210180170000190182270000210184170000250186270000220188777300690190910853292012-05-30 2012 bl uuuu u00u1 u #d1 aMONTANARI, R. aAtributos f??sicos de um Latossolo Vermelho correlacionados linear e espacialmente com a consorcia????o de guandu com milheto. c2012 aO sistema cultivo m??nimo, por possibilitar pouca movimenta????o de solo, menor n??mero de opera????es agr??colas sem incorpora????o dos res??duos vegetais, apresenta vantagens em raz??o do menor custo de preparo e da redu????o das perdas de solo e ??gua. No ano agr??cola de 2006/2007, na Fazenda de Ensino e Pesquisa da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, SP, Brasil - FEIS/UNESP, situada nas condi????es do Cerrado Brasileiro, objetivou-se analisar a produtividade de massa de mat??ria seca da consorcia????o de forragem (guandu+milheto) (MSF), em fun????o de atributos f??sicos do solo, tais como resist??ncia ?? penetra????o (RP), umidade gravim??trica (UG), umidade volum??trica (UV) e densidade do solo (DS) nas profundidades de 0,0-0,10 m; 0,10-0,20 m e 0,20-0,30 m. Para tanto, foi instalado um ensaio, contendo 117 pontos amostrais, em um Latossolo Vermelho distrof??rrico, sob piv?? central, numa ??rea experimental de 1600 m2 sob cultivo m??nimo. A an??lise estat??stica constou de an??lise descritiva inicial dos atributos e an??lise das correla????es lineares simples entre eles, e, finalmente, de an??lise geoestat??stica. Do ponto de vista da correla????o espacial, o atributo que mais bem explica a produtividade de massa de mat??ria seca da consorcia????o ?? a densidade do solo na camada de 0,20-0,30 m, com uma correla????o inversa, indicando que as esp??cies se desenvolvem bem em solos adensados. aAduba????o verde aCajanus cajan L. Millsp aCons??rcia????o de cultura aCultivo m??nimo aGuandu aMilheto aPennisetum glaucum L. Leek1 aZAMBIANCO, E. C.1 aCORR??A, A. R.1 aPELLIN, D. M. P.1 aCARVALHO, M. de P. e1 aDALCHIAVON, F. C. tRevista Ceres, Vi??osagv. 59, n. 1, p. 125-135, jan./fev. 2012.