02007naa a2200145 a 450000100080000000500110000800800410001910000110006024501290007126000090020052014950020965300200170465300100172477301270173410813732011-10-18 1990 bl uuuu u00u1 u #d1 aEpagri aDetermina????o da energia metaboliz??vel de silagem de milho por ensaio convencional de digestbilidade "in vivo" com ovinos. c1990 aCom a finalidade de obter par??metros "in vivo" de valor nutritivo de silagem de milho (cv EMPASC 152) e sua associa????o a estimativas "in vitro", conduziu-se ensaio de digestibilidade com ovinos em gaiolas metab??licas. Utilizaram-se 4 ovinos machos castrados, 10 meses de idade, 35 a 40 kg de peso vivo. Per??odo de adapta????o de 10 dias e medida do consumo m??ximo volunt??rio (CMV) como m??dia dos ??ltimos 3 dias. Per??odo de 7 dias de coleta total de fezes e urina. Na determina????o do conte??do de energia metaboliz??vel, al??m da determina????o da energia bruta (EB) do alimento, sobras e fezes, determinou-se a EB na urina utilizando-se recipiente de polietileno comum e dessecagem pr??via a 55?? em ar for??ado. A silagem apresento a seguinte composi????o m??dia (base seca): MS 27,3 %, MO 94,9%, PB 7,1%, FAD 35,4%, LIG-AD 4,6%, EB 4,50 Mcal/kg, pH 3,88. Os coeficientes m??dios dedigestibilidade aparente das diversas fra????es foram os seguintes: DMS 64,9%, DMO 67,4%, Valor "D" 64,1, DPB 52,8%, DEB 70,6%, Energia Metaboliz??vel (EM) 2,75 Mcal/kg. Consumo de MS e prote??na digest??vel 40,9 e 1,53 g/UTM/dia. Consumo de ED 130,2 kcal/UTM/dia. No balan??o nitrogenado, 47,2% do consumo saiu nas fezes, 4,7% saiu na urina e 48,1% do N retido. Conclui-se que a digestibilidade "in vitro" da mat??ria org??nica (57,9%) subestimou a digestibilidade "in vivo" da mat??ria org??nica, e que a t??cnica de determina????o da energfia metaboliz??vel com polietileno foi satisfat??ria. aDigestibilidade aMilho tIn: REUNI??O ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 27., 1990, Campinas, SP. Anais... Campinas, SP: SBZ, 1990. p. 91.