01628naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000110006024500370007126000090010852011840011765300100130165300240131165300130133565300100134865300130135877300750137110813032011-10-18 2002 bl uuuu u00u1 u #d1 aEpagri aTaipas, uma heran??a portuguesa. c2002 aQuem chega a Portugal e ruma para o Norte via terrestre, depara-se com uma enorme surpresa, a quantidade de pedras existente. ?? um pais forjado a pedra, ferro e sangue. Mas se por um lado como os portugueses comprometeram seus recursos derrubando as matas, tiveram enorme habilidade no uso da pedra. At?? algum tempo atr??s tudo era constru??do com este material: os diversos tipos de resid??ncia, pal??cios, igrejas, conventos, semin??rios, universidades, estradas, cal??amentos de ruas, muros (que cercavam as cidades como medida de prote????o), pontes, t??mulos, far??is, terra??os para cultivo da videira, est??bulos, pai??is, etc... E principalmente algo que ?? muito t??pico da nossa regi??o, taipas dividindo propriedades e ??reas de postereio. Para mim estava esclarecida uma antiga d??vida: se as taipas tinham sido uma inven????o dos portugueses (e seus descendentes) em terras sul-brasileireiras ou se eles j?? tinham esse conhecimento em terras lusas. Certamente j?? aproveitavam a pedra com a mesma finalidade, pois existem terra??os centen??rios contidos por taipas na produ????o de uvas e locais que elas dividem em incont??veis piquetes as pequenas propriedades. aPedra aPequena propriedade aPortugal aTaipa aTerra??o tCorreio Lageano, Lages, SC, 06 ago. 2002. Suplemento Rural, 302, p. 4.