03715naa a2200157 a 450000100080000000500110000800800410001910000110006024500960007126000090016752031930017665300170336965300240338665300120341077301350342210813012011-10-17 2011 bl uuuu u00u1 u #d1 aEpagri aDesempenho de cultivares de morangueiro de dias neutros em sistema de produ????o org??nico. c2011 aEm Santa Catarina a cultivar de morangueiro Aromas, classificada quanto ?? resposta o fotoper??odo como de dias neutros, ?? a mais importante. Este trabalho teve por objetivo avaliar a produtividade e as perdas de frutas por problemas fitossanit??rios de cultivares de morango de dias neutros nas condi????es do oeste catarinense, em sistema de produ????o org??nico. O experimento foi conduzido no munic??pio de Xanxer??, SC, local de clima Cfb e solo do tipo Latossolo. Utilizou-se canteiros de 1,15 metro de largura cobertos com ac??culas de Pinus sp. e com irriga????o por gotejamento. Os canterios foram protegidos por t??neis baixos de filme de polietileno transparente 120 μm. A lona do t??nel permaneceu estendida em dias chuvosos e ?? noite. O solo foi fertilizado com composto org??nico conforme recomenda????o da Comiss??o de Qu??mica e Fertilidade do Solo RS/SC. Utilizou-se espa??amento de 0,35 m entre plantas com tr??s linhas longitudinais por canteiro. O plantio foi realizado no dia 08/07/2010, utilizando-se as cultivares Aromas, Albion, Diamante e Portola, que constitu??ram os tratamentos, com tr??s repeti????es em blocos casualizados. O manejo das plantas consistiu da retirada peri??dica de estol??es e de folhas e frutas doentes. O controle de pragas foi feito com calda sulfoc??lcica e ??leo de nim (Azadiracta indica A. Juss). As avalia????es foram feitas a cada tr??s ou quatro dias, desde o in??cio da produ????o at?? janeiro de 2011. As frutas com mais de 70 % da epiderme avermelhada foram colhidas e classificadas em: frutas comercializ??veis (sem dano de praga ou podrid??es), frutas com ataque de pragas (frutas que apresentavam les??es mec??nicas caracter??sticas de atividade de alimenta????o de animais, exceto tripes) e frutas com doen??as (que apresentavam qualquer podrid??o e sem sinais de ataque por pragas). Ap??s, as frutas foram contadas e pesadas. A partir das avalia????es foram calculados o rendimento total (RT), o rendimento de frutas comercializ??veis (RFC), a massa m??dia das frutas comercializ??veis (MMFC) e as perdas percentuais com danos de pragas (PFP) e doen??as (PFD). A primeira colheita ocorreu em 03/09/10. O RT de ?Portola?, ?Aromas?, ?Albion? e ?Diamante? foi 756, 533, 381 e 379 g planta-1, respectivamente. Nesta vari??vel, apenas houve diferen??a significativa entre ?Portola? e as demais; por??m, houve intera????o significativa entre meses de colheita e cultivares. Em RFC ?Portola? superou as demais em setembro e dezembro, e superou ?Albion? e ?Diamante? em janeiro e apenas ?Albion? em novembro. A MMFC foi 16,2, 15,7, 15,6 a 13,1 g para ?Diamante?, ?Albion?, ?Portola? e ?Aromas?, respectivamente. Analisando a MMFC mensalmente, n??o houve diferen??a entre ?Aromas? e ?Portola?, que foram superadas por ?Diamante? em outubro. ?Diamante? superou ?Aromas? tamb??m em janeiro. A PFP foi 2,97% e a PFD foi menor que 1%, sem efeito de cultivares. Conclui-se que ?Portola? apresenta potencial para substituir parcialmente a ?Aromas? sem comprometer o rendimento e o tamanho das frutas. Ressalta-se que novas avalia????es devem ser realizadas em outros locais e anos para confirmar a superioridade da cultivar Portola. aAgroecologia aFragaria x ananassa aMorango tIn: ENCONTRO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 12., 2011, Fraiburgo, SC. Anais... Ca??ador, SC: Epagri, 2011. p. 54.