01714naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000110006024501100007126000090018152010200019065300150121065300140122565300250123965300200126465300240128465300220130865300180133077301600134810786292011-07-22 1983 bl uuuu u00u1 u #d1 aEpagri aCole????o de forrageiras no litoral catarinense. 2. Gram??neas perenes de esta????o quente. Nota pr??via. c1983 aO trabalho consistiu na segunda fase da avalia????o de gram??neas perenes de crescimento estival, desenvolvido na Esta????o Experimental de Itaja?? (SC). A primeira fase foi iniciada em 1977 em ??rea de solo corrigido e adubado conforme as recomenda????es oficiais, sendo avaliadas cerca de 350 introdu????s por quatro anos. A segunda fase, iniciada em 1981, consistiu na avalia????o com e sem aduba????o de 44 introdu????es selecionadas no final da primeira fase. As maiores produ????es de mat??ria seca obtidas sem aduba????o foram de 8 a 11 t/ha/ano, tendo se destacado: Brachiaria mutica 'Angola Sea 3', Echinochloa sp, Acroceras sp, Andropogon ischaemum, Setaria anceps 'Taiwan a-89', Brachiaria decumbens, Panicum maximum 'Deodoro', Hyparrenia rufa, Paspalum guenoarum 'Rojas C-122' e P. guenoarum 'Ramirez C-123', Digitaria valida e D. pentzii. Nas parcelas com adubo, os maiores rendimentos foram de 12 a 19 t/ha/ano de mat??ria seca, sendo obtidos com as esp??cies citadas anteriormente mais D. milanjiana. aAduba????o aCole????o aGram??nea forrageira aGraminea perene aLitoral catarinense aPlanta forrageira aProdutividade tIn: REUNI??O ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 20., 1983, Pelotas, RS. Anais... Pelotas, RS: Sociedade Brasileira de Zootecnia, 1983. p. 427-427.