03915naa a2200169 a 450000100080000000500110000800800410001910000110006024500980007126000090016952032970017865300190347565300290349465300250352365300250354877301720357310785662011-07-21 1999 bl uuuu u00u1 u #d1 aEpagri aPerdas de solo e ??gua num Latossolo Roxo em diferentes sistemas de preparo e manejo do solo. c1999 aO preparo do solo ?? o principal agente modificador da sua suscetibilidade natural ?? eros??o h??drica (Bertol, 1994), a qual ?? influenciada, ainda, pelo tipo e manejo da cultura e restos culturais. O aumento do n??mero de opera????es de preparo e/ou o uso de equipamentos espec??ficos, principalmente os de preparo secund??rio, diminui a rugosidade superficial e a porosidade total da camada preparada aumentando a desagregabilidade e a quantidade de solo dispon??vel para o transporte (Bertol et al., 1987), alterando ainda substancialmente a quantidade de res??duos remanescentes na superf??cie do solo (Bertol et al., 1989). Algumas caracter??sticas de superf??cie do solo, tais como rugosidade e cobertura, permitem um aumento na capacidade de infiltra????o e armazenamento de ??gua no solo, com conseq??ente diminui????o das perdas de solo e ??gua. O presente trabalho objetivou quantificar as perdas de solo e ??gua em um Latossolo Roxo sob chuva natural, submetidos a diferentes preparos e manejo do solo. experimento foi realizado no Centro de Pesquisas da Pequena Propriedade da EPAGRI em Chapec??-SC, sob um Latossolo Roxo distr??fico, com declividade m??dia de 0.09 m.m-1 e delineamento de blocos ao acaso, sob condi????es de chuva natural, no per??odo compreendido entre janeiro de 1994 e outubro de 1998. As perdas de solo e ??gua foram obtidas com base na metodologia descrita por Veiga & Wildner (1993). A unidade experimental, com 4 x 11 m, era delimitada lateralmente por chapas galvanizadas e, na sua extremidade inferior, por calhas coletoras de enxurrada ligadas a tanques de sedimenta????o e armazenamento localizados seis metros abaixo. Foram avaliados os seguintes tratamentos, com duas repeti????es: T1, preparo convencional (uma ara????o e duas gradagens), mantido permanentemente sem cultura; T2, preparo convencional, com milho no ver??o e pousio no inverno; T3, rota????o de preparo ( nessa ordem: preparo convencional, cultivo m??nimo e semeadura direta), com sucess??o de culturas no ver??o; T4, preparo convencional, com rota????o de culturas no ver??o e pousio no inverno; T5, preparo convencional, com rota????o de culturas no ver??o e no inverno; T6, cultivo m??nimo (escarifica????o), com rota????o de culturas no ver??o e inverno; e T7, semeadura direta (sem preparo), com rota????o de culturas no ver??o e inverno. Sendo que, para os tratamentos envolvendo rota????o de culturas de ver??o e inverno, as culturas utilizadas foram: soja, vica, milho, aveia, feij??o ou guandu e triticale; para a rota????o de culturas de ver??o: feij??o, soja e milho; e para sucess??o de culturas de ver??o utilizou-se as culturas de feij??o e milho. Os dados de perda de solo foram ajustados para um comprimento de declive de 22 m e para uma declividade de 9 m.m-1. Os tratamentos com elevada cobertura por res??duos culturais, tais como semeadura direta e cultivo m??nimo, mostraram-se mais eficazes no controle das perdas de solo e ??gua do que as demais. Em geral, a efic??cia da semeadura direta na redu????o da eros??o h??drica foi maior no inverno do que no ver??o. Para este tipo experimento recomenda-se um maior per??odo de tempo de coleta, procurando-se diminuir os efeitos das varia????es clim??ticas at??picas, sobre as perdas m??dias anuais de solo e ??gua. aPlantio direto aPreparo conservacionista aPreparo convencional aRota????o de cultura tIn: REUNI??N BIENAL DE LA RED LATINOAMERICANA DE AGRICULTURA CONSERVACIONISTA, 5., 1999, Florian??polis, SC. Memorias... Florian??polis, SC: Epagri; FAO, 1999. p. 1-3.