01741naa a2200169 a 450000100080000000500110000800800410001910000110006024501540007126000090022552010930023465300240132765300260135165300100137765300260138777301580141310781412011-07-08 1999 bl uuuu u00u1 u #d1 aEpagri aEstimativa do n??mero de gera????es de Diabrotica speciosa (Germar, 1824), ocorrente na cultura do milho, baseado no estudo de exig??ncias t??rmicas. c1999 aEstimou-se o n??mero de gera????es (NG) de Diabrotica speciosa (Germar, 1824), baseado no estudo de exig??ncias t??rmicas para o ciclo do milho, em quatro ??pocas de semeadura recomendadas pelo Zoneamento Agr??cola do Estado de Santa Catarina. Para tanto, considerou que a temperatura limiar m??nima para o desenvolvimento (temperatura base) de D. speciosa ?? de 11,0oC e que a constante t??rmica para o inseto completar o seu ciclo biol??gico ?? de 475 graus-dia. O estudo foi realizado na UPR1 (Unidade de Planejamento Rural do Oeste Catarinense), regi??o de maior produ????o de milho do Estado. As temperaturas m??dias mensais foram estimadas pela latitude, longitude e altitude. A amplitude dos valores m??dios do NG de D. speciosa ficou entre 2,5 e 3,00, sendo que os maiores valores foram encontrados nos munic??pios de menores altitudes, situados pr??ximos do Rio Uruguai, os quais, possuem uma faixa mais ampla de dec??ndios para a semeadura do milho. Em todos os munic??pios, os maiores valores absolutos foram encontrados em ??pocas de semeadura variando de setembro a novembro. aDiabrotica speciosa aExig??ncias t??rmicas aMilho aN??mero de gera????es tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROMETEOROLOGIA, 11., 1999, Florian??polis, SC. Anais... Florian??polis, SC: Sociedade Brasileira de Agrometeorologia, 1999.