03931naa a2200157 a 450000100080000000500110000800800410001910000110006024501020007126000090017352034200018265300100360265300110361265300120362377301380363510757792011-04-18 2009 bl uuuu u00u1 u #d1 aEpagri aPreven????o do escurecimento da polpa de ameixas 'Let??cia' pelo manejo da colheita e do etileno. c2009 aO presente estudo avaliou os efeitos interativos de ponto de colheita e do tratamento 1-MCP sobre o desenvolvimento de escurecimento da polpa e a conserva????o da textura de ameixas da cv. Let??cia. As ameixas foram colhidas em pomares comerciais em Lages e S??o Joaquim. Em 2006, as ameixas foram colhidas nos dias 14 e 26 de Janeiro em Lages. Em 2008, as ameixas foram colhidas nos dias 18 e 28 de Janeiro em Lages e nos dias 18 e 24 de Janeiro em S??o Joaquim. Os frutos da 1?? e 2?? colheita de cada ano e pomar apresentaram cor avermelhada m??dia de 28% e 55%, respectivamente. Os frutos foram refrigerados 36 h ap??s a colheita, tratados com zero (testemunha) ou 0,5 ppm de 1-MCP a 0,5 oC, 4 dias ap??s a colheita e ent??o mantidos sob atmosfera do ar a 0,5oC ?? 0,5oC em c??mara comercial por at?? 73 dias. A qualidade de cada fruto foi analisada na colheita e, periodicamente, ap??s a armazenagem refrigerada mais zero ou 3 dias sob temperatura de matura????o (prateleira, 22oC ?? 4oC). Ap??s as an??lises da firmeza da polpa, dos teores teor de s??lidos sol??veis (SS) e da acidez titul??vel (AT), os frutos foram cortados na regi??o equatorial e analisados visualmente quanto ao grau de escurecimento da sec????o transversal da polpa atribuindo-se notas 1 para aus??ncia de escurecimento, 2 para escurecimento leve ou 3 para escurecimento severo. O desenvolvimento de escurecimento da polpa foi avaliado apenas para frutos sem sintomas de podrid??es. Houve 50 repeti????es de um fruto por tratamento, pomar, ponto de colheita e data de an??lise para as analises de firmeza e dist??rbios e 3 repeti????es de 5 frutos para as an??lise da AT e SS. As medidas de firmeza da polpa, na colheita, indicaram que os frutos da 2?? colheita estavam mais maduros que os frutos da 1?? colheita para ambos os pomares e anos. Houve intera????o significativa entre pomares, datas de colheita, tratamentos e per??odos de armazenagem e de prateleira sobre o ??ndice de escurecimento e firmeza da polpa. Os sintomas de escurecimento da polpa (caracterizados como dano por frio) foram menos severos quando os frutos foram colhidos tardiamente. Adicionalmente, o escurecimento da polpa foi detectado a partir de 30 dias de armazenagem quando colhidos precocemente e a partir de 45 dias de armazenagem quando colhidos tardiamente. Em ameixas colhidas tardiamente, em 2008, no pomar de Lages, os sintomas de escurecimento da polpa ocorreram apenas depois de 59 dias de armazenagem refrigerada mais tr??s dias de prateleira. A severidade desse dano freq??entemente aumentou com o tempo de armazenagem refrigerada e com o per??odo de prateleira a 22oC em ambos os pomares e pontos de colheita. O tratamento 1-MCP reduziu a severidade do escurecimento da polpa e retardou seu aparecimento em pelo menos 7 dias. O retardamento do aparecimento de escurecimento da polpa pelo 1-MCP foi maior que 20 dias para frutos colhidos no pomar de Lages em 2008. Adicionalmente, 1-MCP retardou a perda de firmeza da polpa, n??o teve efeito ou reduziu a perda de AT, dependendo do per??odo de armazenagem e n??o teve efeito sobre o teor de SS, conforme j?? demonstrado em estudos anteriores. Os resultados do presente estudo mostram que ameixas ?Laetitia? colhidas precocemente s??o mais suscept??veis ao escurecimento da polpa que aquelas colhidas tardiamente e que o tratamento 1-MCP reduz significativamente o desenvolvimento desse dist??rbio. a1-MCP aAmeixa aEtileno tIn: ENCONTRO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 11., 2009, Fraiburgo. Anais... Florian??polis: Epagri, 2009. p. 142-142.