01785naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000110006024501130007126000090018450000200019352012590021365300210147265300150149365300100150865300170151877300680153510757022011-04-14 2002 bl uuuu u00u1 u #d1 aEpagri aResist??ncia de parasitos gastrintestinais de ovinos a alguns anti-helm??nticos no Estado de Santa Catarina. c2002 aISSN, 0103-8478 aA atua????o dos anti-helm??nticos ?? base de ivermectin (0,2mg/kg, levamisole (10 mg/kg) e albendazole (10mg/kg, foi avaliada em 65 rebanhos ovinos do Estado de Santa Catarina, Brasil. As avalia????es foram executadas quando o rebanho apresentava-se com o lote contr??le acima de 500 ovos por grama de fezes (OPG) da ordem Strongylida, acompanhado do cultivo de larvas. Foram formados aleatoriamente quatro grupos de 10 animais, identificados e tratados com os respectivos anti-helm??nticos. Sete a dez dias ap??s, foram coletadas amostras de fezes dos animais de cada grupo para a verifica????o do OPG e identifica????o das larvas e os resultados comparados com o lote controle. Considerou-se resistencia quando a efic??cia da droga foi menor do que 95% e o intervalo de confian??a, menor do que 90%. Dos 65 rebanhos avaliados, a resist??ncia ao evermectin esteve presente em 77%, sendo somente identificadas larvas de Haemonchus (100%), ao albendazole em 65%, sendo Haemonchus (74%),Ostertagia(15%) e Trichostrongylus (11,%), ao closantel em 13%, sendo Haemonchus(100%) e em 15% ao levamisole, sendo Trichostrongylus (44%), Ostertagia (39%) e Haemonchus (17%). Conclui-se que a multi-resist??ncia est?? presente na maioria do rebanho ovino catarinense. aAnti-helm??ntico aNemat??dio aOvino aResist??ncia tCi??ncia Rural, Santa Maria, RSgv. 32, n. 3, p. 473-477, 2002.