02165naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024500860007926000090016552015940017465300120176865300200178065300090180065300120180965300160182170000230183770000170186077300820187710697052010-05-11 2009 bl uuuu u00u1 u #d1 aPEREIRA, R. C. aAvalia????o do baga??o de cana-de-a????car submetido ?? fena????o e ?? ensilagem. c2009 aNeste trabalho, objetivou-se avaliar o baga??o de cana-de-a????car proveniente da produ????o de cacha??a, submetido ?? fena????o e ?? ensilagem. O experimento foi conduzido na Universidade Federal de Lavras, MG, utilizando-se o delineamento inteiramente casualizado (DIC), com sete tratamentos e tr??s repeti????es. Os tratamentos foram constitu??dos por baga??o de cana in natura (BIN), baga??o de cana fenado e enfardado manualmente, baga??o de cana fenado e enfardado mecanicamente, BIN enfardado manualmente, BIN enfardado mecanicamente, BIN ensilado inteiro e BIN ensilado picado. Foram avaliadas a composi????o bromatol??gica, capacidade tamp??o (CT), valores de pH e os teores de a????cares totais do BIN. Para a ensilagem foram utilizados silos cisternas e para o enfardamento, enfardadoras manual e mec??nica. O baga??o foi enfardado in natura, ou ap??s atingir teor de 89% de MS, conforme os tratamentos. As caracter??sticas avaliadas foram os teores de mat??ria seca (MS), prote??na bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ??cido (FDA). Os resultados foram submetidos ?? an??lise de vari??ncia e as m??dias foram comparadas pelo teste de Scott-Knott (P<0,05). O BIN apresentou teores de 51,70% de MS; 2% de PB; 79,43% de FDN; 48,78% de FDA e 16,4% de a????cares totais na MS. O baga??o de cana apresentou baixa CT e as silagens apresentaram pH satisfat??rio para boa conserva????o. A desidrata????o seguida do enfardamento manual proporcionou diminui????o nos componentes da parede celular, revelando-se o melhor m??todo de conserva????o do baga??o. aBaga??o aCana de a??ucar aFeno aSilagem aSub-produto1 aEVANGELISTA, A. R.1 aMUNIZ, J. A. tCi??ncia e Agrotecnologia, Lavrasgv. 33, n. 6, p. 1649-1654, nov./dez. 2009.