02054naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000210006024501020008126000090018352014640019265300200165665300230167665300220169965300190172165300140174065300180175477300880177210690602010-04-12 2001 bl uuuu u00u1 u #d1 aEpagri - Videira aMorfologia floral da goiabeira serrana (Feijoa sellowiana) e suas implica????es na poliniza????o. c2001 aEsse estudo teve por objetivo caracterizar varia????es na arquitetura floral da Feijoa sellowiana e determinar sua influ??ncia sobre a poliniza????o. Foram avaliados o comprimento do pistilo, a dist??ncia entre estigma e estames, o di??metro de abertura e a distribui????o dos estames na flor, com base em 7 flores de 15 acessos do Banco de Germoplasma da esp??cie. Distinguiram-se 3 classes de dist??ncias m??dias entre estigma e estames: 0,2 (C1), 0,7 (C2) e 1,2 cm (C3), e duas classes de distribui????o de estames na flor (radial e aleat??ria). Sorteou-se uma planta por classe de dist??ncia entre estigma e estames, a qual teve 50 flores marcadas para cada um dos seguintes tratamentos: T1-poliniza????o aberta; T2-tela contra p??ssaros e T3-tela contra p??ssaros e insetos. A frutifica????o foi de 47% em T1 para C2 e de 22% para C3, diferen??a que pode ser devida ao gen??tipo e/ou altern??ncia de produ????o. No T2, a frutifica????o foi 31% em C2, 15,4% em C1 e 3% em C3. A superioridade de T1 sobre T2 pode ser devida ?? poliniza????o por p??ssaros. Essa superioridade foi mais expressiva em C3 do que em C2, o que sugere que C3 ?? mais dependente de p??ssaros. A frutifica????o em T2 pode ainda evidenciar a poliniza????o por insetos e foi menor para C3, o que pode estar sendo causado pelo maior afastamento do estigma. A frutifica????o em T3 para C1 (7%) e C2 (15%) sugere que o vento ou a autopoliniza????o tamb??m possam efetuar a poliniza????o. aAcca sellowiana aArquitetura floral aFeijoa sellowiana aGoiaba Serrana aMyrtaceae apoliniza????o tRevista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabalgv. 23, n. 3, p.718-721, dez. 2001.