02017naa a2200217 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024500920007926000090017152013810018065300120156165300410157365300150161465300140162965300210164370000200166470000230168470000230170777300690173010688392010-03-26 2010 bl uuuu u00u1 u #d1 aMARIN??, G. F. aDetec????o de ??cido ocadaico em cultivo de mexilh??es Perna perna, Angra dos Reis, RJ. c2010 aA ficotoxina ??cido ocadaico (AO) ?? produzida por um grupo de microalgas conhecidas como dinoflagelados. Os mexilh??es, ao se alimentarem dessas microalgas, acumulam a toxina em sua gl??ndula digestiva, desencadeando a S??ndrome ou Envenenamento Diarreico por Moluscos (EDM) no ser humano. Os sintomas se apresentam em torno de 30 minutos ap??s o consumo do molusco contaminado, variando entre n??useas, dores abdominais, v??mitos e diarreia. Quando a ingest??o da toxina acontece em quantidades inferiores a 48??g g-??, os sintomas n??o se desenvolvem, por??m seu consumo continuado favorece o surgimento de tumores no trato gastrointestinal em raz??o do poder carcinog??nico do AO. Este estudo pretendeu detectar e quantificar a toxina diarreica AO em mexilh??es Perna perna coletados entre os meses de maio e outubro de 2006. A detec????o do AO nos mexilh??es foi realizada por Cromatografia L??quida de Alta Efici??ncia com Detec????o Fluorim??trica (CLAE-DF). Os resultados cromatogr??ficos indicaram a presen??a da toxina AO em baixas concentra????es, em todas as amostras de mexilh??es obtidas de maio a outubro de 2006. Os resultados indicam a necessidade da elabora????o e aplica????o efetiva de um programa de controle higi??nico-sanit??rio dos moluscos, assim como o monitoramento do ambiente aqu??tico, objetivando, acima de tudo, a seguran??a da sa??de p??blica. aBivalve aEnvenenamento diarreico por moluscos aFicotoxina aMexilh??o aToxina diarreica1 aSILVA, P. P. O.1 aOLIVEIRA, G. M. de1 aFERREIRA, V. de M. tCi??ncia Rural, Santa Mariagv. 40, n. 1, p. 193-196, jan. 2010.