01865naa a2200217 a 450000100080000000500110000800800410001910000270006024501410008726000090022852011590023765300170139665300260141365300210143965300100146065300150147070000160148570000190150170000190152077301080153910682532010-03-11 2007 bl uuuu u00u1 u #d1 aANDREATTI FILHO, R. L. aUso de microbiota cecal congelada com crioprotetores em pintos infectados experimentalmente com Salmonella enterica sorovar Enteritidis. c2007 aPintos de corte com um dia de idade foram tratados com microbiota cecal cultivada em condi????o de aerobiose, nos tempos de congelamento de 90, 200, 290 e 360 dias, e associada aos crioprotetores sacarose, trealose, dimetilsulf??xido (DMSO) e glicerol. Posteriormente as aves foram desafiadas com Salmonella Enteritidis, visando determinar a efic??cia dos tratamentos em rela????o ?? quantidade de bact??rias vi??veis da microbiota que foi maior aos 90 dias (10,58 Log10 UFC/ml), quando as aves foram tratadas com sacarose, e menor aos 290 dias, quando tratadas com glicerol (7,73 Log10 UFC/ml). No tempo zero, todas as aves apresentaram Salmonella (100%) quando tratadas com DMSO e glicerol, com coloniza????o cecal de 4,9 e 5,2 Log10 UFC/g do conte??do cecal, respectivamente; aos 360 dias nenhuma ave foi infectada, independente do tratamento. A microbiota cecal, independente de tratamento, sempre determinou menor quantidade de S. Enteritidis em qualquer um dos par??metros pesquisados, quando comparada com a das aves n??o tratadas. O congelamento em nitrog??nio l??quido foi eficaz na manuten????o da viabilidade da microbiota cecal at?? 360 dias. aCrioprotetor aExclus??o competitiva aMicrobiota cecal aPinto aSalmonella1 aLIMA, E. T.1 aOKAMOTO, A. S.1 aSAMPAIO, H. M. tArquivo Brasileiro de Medicina Veterin??ria e Zootecnia, Belo Horizontegv. 59, n. 3, p. 647-653, 2007.