01767naa a2200169 a 450000100080000000500110000800800410001910000220006024501330008226000090021552012090022465300110143365300230144465300220146765300190148977300890150810681302012-08-07 2002 bl uuuu u00u1 u #d1 aEpagri - Itaja??. aCorrela????o entre a capacidade proliferativa in vitro e a domin??ncia apical in vivo da bananeira cvs. Grand Naine e Nani????o. c2002 aNo presente trabalho, buscou-se correlacionar diferentes graus de domin??ncia apical in vivo com a capacidade proliferativa in vitro da bananeira, atrav??s da rela????o existente entre a fonte de explante e o seu posterior comportamento in vitro. Brotos laterais de Musa acuminata Colla: Nanic??o (AAA) e Grand Naine (AAA), oriundos de plantas-matrizes mostrando diferentes graus de domin??ncia apical in vivo (elevada, m??dia e baixa) foram cultivados in vitro, no Laborat??rio de Cultura de Tecidos Vegetais da EEI/ EPAGRI-SC, por cinco subcultivos, em intervalos de 30 dias, em meio MS suplementado com BAP (11,1 mmol/l), sacarose (30 g/l), ??gar (7 g/l), vitaminas MS e pH 5,8. O grau de domin??ncia apical in vivo influenciou diretamente o comportamento in vitro dos explantes, no que diz respeito ?? capacidade proliferativa. Brotos laterais oriundos de plantas-matrizes, com grau de domin??ncia apical in vivo baixa, proporcionaram a maior taxa m??dia proliferativa (7,5 brotos/explante) para a cv. Grand Naine, enquanto brotos laterais oriundos de plantas-matrizes com grau de domin??ncia apical m??dia proporcionaram a maior taxa m??dia proliferativa (10,96 brotos/explante) para a cv. Nanic??o. aBanana aDomin??ncia apical aMicropropaga????o aMusa acuminata tRevista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabalgv. 24, n. 3, p. 597-600, dez. 2002.