01804naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024501340007926000090021352011520022265300320137465300140140665300160142070000160143670000180145270000230147070000180149377300870151110656582009-08-18 2002 bl uuuu u00u1 u #d1 aLIMA, M.A.C.de aApar??ncia, compostos fen??licos e enzimas oxidativas em uva 'It??lia' sob influ??ncia do c??lcio e do armazenamento refrigerado. c2002 aO objetivo deste trabalho foi determinar o efeito da aplica????o pr??-colheita de c??lcio na apar??ncia (secamento do enga??o, danos mec??nicos e podrid??es), teor de fen??licos e enzimas oxidativas (polifenoloxidase e peroxidase) em uva. Os cachos de uva 'It??lia' de um cultivo comercial em Petrolina, Pernambuco, Brasil, foram marcados e imersos por 10 segundos, em solu????es de Ca a 0 e 1,5%, na forma de cloreto de c??lcio, aos 57 dias ap??s o in??cio da forma????o dos frutos (quando as bagas come??aram a mudar de cor e amolecer). Ap??s a colheita, os frutos foram armazenados a 3,5??0,2??C e 93??6% UR e avaliados aos 0; 14; 28; 42; 56 e 70 dias. Houve um incremento no secamento do enga??o, no aparecimento de sintomas de danos mec??nicos e de podrid??es nas bagas com o tempo de armazenamento. A aplica????o de c??lcio reduziu a atividade de polifenoloxidase e, conseq??entemente, os sintomas de danos mec??nicos, resultando numa melhor apar??ncia. A vida ??til das uvas foi de aproximadamente 56 dias, quando sintomas de senesc??ncia, podrid??es e o n??vel dos sintomas de danos mec??nicos come??aram a aumentar de forma significativa. aConserva????o p??s-colheita aQualidade aUva de mesa1 aALVES, R.E.1 aASSIS, J.S.de1 aFILGUEIRAS, H.A.C.1 aCOSTA, J.T.A. tRevista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabalgv. 24, n. 1, p. 39-43, abr. 2002.