02054naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024501300007626000090020652014740021565300130168965300130170265300150171565300250173065300260175570000140178177300650179510647512009-07-02 2008 bl uuuu u00u1 u #d1 aMARTINS, S. aAspectos anat??micos de esp??cies simp??tridas de Mandevilla (Apocynaceae) ocorrentes em inselbergues de Pernambuco - Brasil. c2008 aForam estudadas tr??s esp??cies simp??tridas de Mandevilla buscando enriquecer o conhecimento da biota dos inselbergues e identificar estruturas anat??micas possivelmente relacionadas com o ambiente heli??filo. Em se????o transversal caulinar e vista parad??rmica s??o comuns aos t??xons estudados os seguintes aspectos: epiderme unisseriada; est??matos parac??ticos; tricomas tectores simples; hipoderme unisseriada com compostos fen??licos e sistema vascular bicolateral. A medula ?? ampla em M. dardanoi e reduzida nas demais. Em se????o transversal e vista parad??rmica foliar as esp??cies apresentam epiderme unisseriada; cut??cula estriada; est??matos parac??ticos, unidade vascular central bicolateral e mesofilo dorsiventral. Mandevilla scabra ?? anfihipoestom??tica e as demais hipoestom??ticas. O col??nquima angular ocorre na regi??o da nervura central em ambas as faces em M. dardanoi e M. scabra. O mesofilo ?? dorsiventral. Alguns aspectos anat??micos, principalmente foliares, encontrados nas esp??cies de Mandevilla aqui estudadas s??o freq??entemente indicados como estrat??gias que podem atuar na resist??ncia a condi????es de alta temperatura e luminosidade e tamb??m estresse h??drico. Entre essas estruturas destacam-se a cut??cula estriada, a hipoderme com compostos fen??licos, mesofilo compacto, al??m de cristais prism??ticos e drusas. Os dados anat??micos fornecerem subs??dios para futuras abordagens taxon??micas e ecol??gicas em Mandevilla. aAnatomia aEcologia aMandevilla a??rg??os vegetativos aSubs??dio taxon??mico1 aALVES, M. tRodrigu??sia, Rio de Janeirogv. 59, n. 2, p. 369-380, 2008.