01954naa a2200241 a 450000100080000000500110000800800410001910000240006024501410008426000090022552012330023465300220146765300140148965300120150365300100151565300150152565300230154065300110156370000170157470000200159170000210161177300800163210646612009-07-06 2003 bl uuuu u00u1 u #d1 aLUENGO, R. de F. A. aAvaliacao da compressao em hortalicas e frutas e seu emprego na determinacao do limite fisico da altura da embalagem de comercializacao. c2003 aObtiveram-se estimativas da altura maxima toleravel em embalagens para frutas e hortalicas usando metodos para medir a firmesa dependente do turgor em produtos horticolas. As medidas de firmeza foram realizadas na regiao equatorial dos produtos. Estabeleceu-se em 5% a superficie da base da caixa em contato com a superficie amassada dos orgaos vegetais como o limite maximo de deformacao do produto que nao causa perda para a aceitabilidade comercial. Para o calculo da altura da pilha que causa esta deformacao, considerou-se o peso do produto e as aceleracoes de impacto observadas durante o transporte. A altura, associada a outras caracteristicas serao utilizadas para o dimensionamento de uma familia de tipos de caixas, para o transporte e armazenamento paletizado de frutas e hortalicas no Brasil. A tecnica de aplanacao e o firmometro geraram resultados proximos para tomate, batata, cebola, cenoura, chuchu, pimentao, inhame, jilo, batata-baroa, rabanete, laranja, maca, limao, pera, uva par mesa, mamao, goiaba, ameixa e nectarina. Devido ao principio de funcionamento, apenas o firmometro foi capaz de avaliar a firmesa de produtos com superficie pouco regular, como abobrinha, maxixe, kiwi, pepino, vagem e quiabo. aComercializa????o aEmbalagem aFirmeza aFruta aHortali??a aPerda pos-colheita aTurgor1 aCALBO, A. G.1 aJACOMINO, A. P.1 aPESSOA, J. D. C. tHorticultura Brasileira, Brasiliagv. 21, n. 4, p. 704-707, out./dez. 2003.