02175naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000130006024501070007326000090018052015930018965300160178265300110179865300210180965300120183065300150184265300230185770000190188077300700189910626312013-02-18 1999 bl uuuu u00u1 u #d1 aBOFF, P. aTombamento e vigor de mudas de cebola em funcao de diferentes profundidades e densidades de semeadura. c1999 aO sistema de cultivo da cebola (Allium cepa) por transplante passa pela fase de muda, onde o densenvolvimento da planta depende de varios fatores edafoclimaticos e do manejo agronomico. Este trabalho teve o objetivo de avaliar o efeito da profundidade e da densidade de semeadura da cebola no tombamento e vigor de mudas produzidas em canteiros cobertos com po-de-serra de Pinus sp. Os experimentos foram conduzidos na Epagri-Estacao experimental de Ituporanga, utilizando-se a cultivar Bola Precoce entre maio e julho de 1993 e, a populacao crioula, entre junho e agosto de 1993 e 1994. O delineamento experimental empregado foi blocos ao acaso, com tres repeticoes e parcelas de 3 m??. Os resultados mostraram que, na profundidade de semeadura de 2 cm, melhores mudas foram obtidas em densidades de ate 3 g/m?? de semente e, na densidade de semeadura de 3 g/m??. melhores mudas foram obtidas com profundidades de 1 e 2 cm. Profundidade de 4 cm aumentou, significativamente, o tombamento da folha cotiledonar (estadio conhecido como chicote), reduzindo a sobrevivencia de plantas. Por outro lado, mudas obtidas com semeadura a 1 cm apresentaram menor peso fresco por planta, em comparacao com mudas obtidas com semeadura em profundidades de 2 e 4 cm, sendo a diferenca significativa na populacao criola. Densidade de semeadura acima de 3 g/m?? reduziu opeso e o numero de mudas aptas ao transplante. O tombamento foi maior nas maiores densidades apenas em 1994. As diferentes densidades de semeadura estudadas (2,3 e 5 g/m??) nao afetaram emergencia, estande ou sobrevivencia de plantas. aAllium cepa aCebola aDoenca de planta aEstande aGerminacao aPeso medio de muda1 aDEBARBA, J. F. tHorticultura Brasileira, Brasiliagv.17, n.1, p.15-18, mar. 1999.