02157naa a2200253 a 450000100080000000500110000800800410001910000200006024501070008026000090018752014310019665300230162765300280165065300170167865300100169565300150170565300200172065300180174065300110175870000170176970000160178670000240180277300770182610621822008-12-10 2008 bl uuuu u00u1 u #d1 aDUARTE, T.da S. aEfeito da carga de frutos e concentra????es salinas no crescimento do meloeiro Cultivado em substrato. c2008 aO objetivo foi avaliar o efeito do n??mero de frutos por planta e de concentra????es salinas em solu????o nutritiva recirculante, no crescimento do meloeiro cultivado em ambiente protegido e em substrato de casca de arroz crua, durante os meses de fevereiro a maio de 2003. Tr??s n??meros de frutos por planta (2, 3 e 4) e tr??s concentra????es salinas da solu????o nutritiva (1,9; 2,3 e 2,9 dS m-??) foram estudados. A partir dos dados da mat??ria seca (MS) e fresca (MF) e da ??rea foliar, acumuladas aos 62 dias ap??s o transplante, foi determinada a produ????o e a distribui????o de biomassa entre as diferentes partes da planta. Os frutos compreenderam de 49 a 55% da MS a??rea total produzida pela planta, demonstrando que estes s??o os ??rg??os drenos de assimilados mais potentes. O aumento do n??mero de frutos reduziu o peso m??dio dos frutos, sem afetar a produ????o e a distribui????o de MS total, vegetativa e generativa. Entretanto, aumentou levemente a produ????o de MF dos frutos e da parte a??rea como um todo, favorecendo a distribui????o de MF para os frutos. Portanto, o ac??mulo de ??gua nos frutos ocorreu em uma propor????o diferente do ac??mulo da MS. A menor concentra????o salina da solu????o nutritiva testada pode ser indicada para o cultivo do meloeiro em substrato de casca de arroz crua durante o outono, pois promove um crescimento da planta similar ao observado nas concentra????es mais altas. aAmbiente protegido aCondutividade el??trica aCucumis melo aDreno aHidroponia aMat??ria fresca aMat??ria seca aMel??o1 aPEIL, R.M.N.1 aBACCHIS, S.1 aSTRASSBURGUER, A.S. tHorticultura Brasileira, Brasiliagv.26, n.3, p.348-353, jul./set. 2008.