01507naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024500720007626000090014852010080015765300090116565300170117470000220119170000160121370000200122977300760124910606132017-08-09 2008 bl uuuu u00u1 u #d1 aVEIGA, T.F. aA raca crioula lageanabpor que preserva-la?h[electronic resource] c2008 aA regi??o dos Campos de Cima da Serra de Santa Catarina desenvolveu-se gra??as ao tropeirismo que perdurou do s??culo 18 ao in??cio do s??culo 20 e pela sua voca????o para a pecu??ria, devido a seus vastos campos naturais, ricos em ??gua e de topografia privilegiada. Durante muito tempo, esta foi a sua principal atividade econ??mica. Nos tempos de outrora, os animais chamados de p??lo-duro, xucro ou ra??a velha, como antigamente era conhecida a ra??a Crioula Lageana, eram a base da pecu??ria serrana catarinense. Esta ra??a era a que predominava na regi??o at?? meados do s??culo 20, constituindo o esteio da bovinocultura dos Campos de Cima da Serra de Santa Catarina. Estes animais remanesceram dos bovinos ib??ricos que chegaram ?? Am??rica do Sul, trazidos pelos jesu??tas e, ap??s a invas??o bandeirante ??s miss??es em 1636, foram levados para a regi??o de Franca, SP. Durante o trajeto, v??rias reses perderam-se das tropas e muitas delas formaram rebanhos nas matas do Planalto Catarinense. aGado aRaca crioula1 aQUADROS, S.A.R.de1 aMARTINS, E.1 aIMPROTA, C.T.R. tAgropecuaria Catarinense, Florianopolisgv.21, n.2, p.16-18, jul. 2008.