01592naa a2200157 a 450000100080000000500110000800800410001910000180006024500510007826000090012930000160013852011340015465300130128865300100130177301230131110551802007-09-11 1988 bl --- 0-- u #d1 aCERETTA, C.A. aTolerancia ao aluminio em cultivares de milho. c1988 ap. 492-498. aA presenca do aluminio em niveis toxicos no solo reduz o crescimento e superficie das raizes de milho, causando um decrescimo na capacidade das plantas de explorar agua e nutrientes do solo. Com o objetivo de avaliar a tolerancia ao aluminio em cultivares de milho, foi conduzido um experimento em solucao nutritiva em camara de crescimento e casa de vegetacao em Porto Alegre no ano de 1984. As avaliacoes foram realizadas aos 25 dias apos a germinacao das sementes. Foram testadas seis cultivares na presenca e ausencia de aluminio. A concentracao real de aluminio na solucao foi de 2,8 ppm. Na media das cultivares, a presenca do aluminio na solucao resultou num decrescimo de 9,36 e 58% na massa seca da parte aerea, superficie de raiz e comprimento de raiz, respectivamente. Entretanto, o raio de raiz aumentou em 57% nas plantas em solucao nutritiva com aluminio. Na comparacao relativa de cada cultivar em solucao nutritiva sem e com aluminio, as cultivares Empasc 152- Oeste e Empasc 151-Conda foram mais tolerantes ao aluminio. Entre as cultivares hibridas, nao houve uma diferenca consideravel na toleranca ao aluminio. aAluminio aMilho tIn: CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO, 16., 1988, Belo Horizonte, MG. Anais... Sete Lagoas, MG: Embrapa-CNPMS, 1988.