01807naa a2200229 a 450000100080000000500110000800800410001910000280006024500720008826000090016052011720016965300250134165300170136665300160138365300110139965300110141065300140142165300270143570000220146270000130148477300800149710040472011-10-03 2004 bl uuuu u00u1 u #d1 aGON??ALVES, P. A. de S. aIncid??ncia do mildio em cebola sob aduba????o mineral e org??nica. c2004 aAnalisou-se a rela????o entre aduba????o mineral e org??nica sobre a incid??ncia de m??ldio (Peronospora destructor) em cebola (Allium cepa). O trabalho constituiu-se de dois experimentos localizados em Ituporanga, conduzidos entre agosto e dezembro de 1998. O experimento 1, com fontes org??nicas, constou dos tratamentos: esterco de su??nos, esterco de aves, composto, esterco de peru e h??mus, na dosagem de 75 kg/ha de N; esterco de su??nos, na dosagem de 37,5 kg/ha de N; aduba????o mineral, 30-120-60 kg/ha de N-P2O5-K2O; 60-240-120 kg/ha de N-P2O5-K2O e testemunha sem aduba????o. O experimento 2 constou dos tratamentos: fontes minerais, 30-120-60 kg/ha de N-P2O5-K2O; 90-360-180 kg/ha de N-P2O5-K2O; 75 kg/ha de N; 225 kg/ha de N; 80 kg/ha de P2O5; 240 kg/ha de P2O5; 60 kg/ha de K2O; 180 kg/ha de K2O; esterco de su??nos + fosfato natural, em tr??s combina????es, 7,9+0,1, 15,7+0,2 e 47,2+0,6 t/ha, respectivamente; testemunha sem aduba????o. N??o houve diferen??a entre as fontes mineral e org??nica sobre a incid??ncia de m??ldio. A rela????o entre nutrientes e doen??a foi vari??vel entre datas de amostragem e distinta para fontes minerais e org??nicas. aAgricultura organica aAgroecologia aAllium cepa aCebola aDoenca aNutriente aPeronospora destructor1 aSILVA, C. R. S. e1 aBOFF, P. tHorticultura Brasileira, Brasiliagv. 22, n. 3, p. 538-542, jul./set. 2004.