01896naa a2200241 a 450000100080000000500110000800800410001910000180006024501040007826000090018230000130019152012040020465300100140865300090141865300100142765300140143765300190145170000170147070000170148770000200150470000150152477301150153910341092013-02-05 1998 bl uuuu u00u1 u #d1 aPACHECO, A.C. aAvaliacao de cultivares recomendadas de milho para a ocorrencia de graos ardidos em Santa Catarina. c1998 ap.34-37. aO percentual de gr??os ardidos tem sido um dos principais parametros utilizados para quantificar e qualidade do gr??o de milho na comercializa????o. A presen??a desse sintoma nos gr??os geralmente est?? associado a infec????o por fungos, entre os quais, predominam em nossas condi????es Fusarim spp. Esses microorganismos depreciam a qualidade energ??tica do milho e s??o responsaveis pela produ????o de micotoxinas. A ocorr??ncia de podrid??es de espigas e por consequencia os gr??os ardidos ?? alta em Santa Catarina variando apenas a severidade e a abrangencia. O principal m??todo ?? a preven????o e o controle das doen??as mais importantes do milho, sustenta-se no uso de cultivares resistentes, obtidas devido a variabilidade da esp??cie. Este trabalho teve como objetivo, atender as necessidades de informa????o de produtores, de assistencia t??cnica e do comercio de sementes de milho, com rela????o ?? ocorrencia de gr??os ardidos, propiciando assim a possibilidade de escolha de cultivares mais resistentes. Observou- se uma tendencia de comportamento diferenciado entre cultivares, locais e anos e as m??dias gerais obtidas foram altas, indicando a dimens??o do problema a ser enfrentado. aFungo aGrao aMilho aQualidade aSanta Catarina1 aVIEIRA, L.C.1 aHENNIGER, J.1 aGUIMARAES, D.R.1 aCANTON, T. tIn: REUNIAO TECNICA CATARINENSE DE MILHO E FEIJAO,1., 1998, Chapeco, SC. Resumos... Chapeco, SC: Epagri, 1998.