02594naa a2200217 a 450000100080000000500110000800800410001910000220006024501210008226000060020352019400020965300090214965300200215865300200217865300180219865300240221670000220224070000150226270000160227777300830229310167542000-05-10 bl uuuu u00u1 u #d1 aDANTAS, A.C.de M. aVariabilidade fenotipica de somaclones do porta-enxerto de macieira M.111, na multiplicacao e enraizamento in vitro. c0 aAlgumas cultivares de porta-enxerto de macieira apresentam tendencia de variacao somaclonal do que outras, ocorrendo variabilidade entre plantas regeneradas de uma mesma especie. Devido a isso, objetivou-se avaliar a variabilidade quanto a capacidade de proliferacao de brotos e de rnraizamento in vitro de somaclones do porta-enxerto de macieira M.111, oriundos da regeneracao de calos, em meio com aluminio. Transferiram-se as brotacoes regeneradas para meio de multiplicacao contendo sais e vitaminas de MS com sais de nitrogenio reduzidos a 3/4 100,0 mgL de mio-inositol, 30g.L de sacarose, 6g.L de agar, 2 mg.l de benzilaminopurina (BAP) e 0,1 mg.L de acido naftaleno acetico (ANA), com pH ajustado para 5,9, antes da colocacao do agar. Os somaclones foram subcultivados duas vezes, em intervalos de 30 dias, colocando-se 7 (sete) explantes por frasco. Para o enraizamento, retirou-se brotacoes oriundas da multiplicacao e inoculou-se em meio com sais de MS reduzido a 1/2 100,0 mg.L de mio-inositol, 30,0 g.L de sacarose, 6,0 g.L de agar, 1,0uM de acido indol butirico (AIB), ajustando-se o pH para 5,9 antes da colocacao do agar. O material foi mantido por tres dias no escuro. Testaram-se 4 somaclones e o porta-enxerto M.111, com tres repeticoes de 16 plantas cada, segundo delineamento de blocos ao acaso. Os explantes foram mantidos em sala de crescimento com temperatura de 25 mais ou menos 2C., fotoperiodo de 16 horas sob intensidade luminosa de 19uE.m2 .s1. Para a cultivar M.111, apenas dois somaclones foram superiores na formacao de brotos, porem, para o comprimento estes foram inferiores formando "rosetas", nao desenvolvendo entre-nos, entretanto, apresentando diferencas significativas para percentagem e numero de raizes. Observou-se pelos resultados obtidos neste trabalho que houve variabilidade no material restado, o que pode ser devido a existencia de um componente genotipico e fenotipico na instabilidade. aMaca aMalus domestica aMicropropagacao aPorta-enxerto aVariacao somaclonal1 aFORTES, G.R.de L.1 aNEZI, A.N.1 aSILVA, J.B. tRevista Brasileira de Agrociencia, Pelotasgv.6, n.2, p.91-94, maio/ago. 2000.