01983naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024500920007926000090017152014210018065300260160165300100162765300170163770000160165470000200167070000180169077300810170810160982017-08-09 1997 bl uuuu u00u1 u #d1 aCOUTINHO, G.C. aMortalidade perinatal em ovinos no planalto serrano catarinense.h[electronic resource] c1997 aA ovinocultura se desenvolve em diversos tipos de ambientes, que determinam varia????es significativas na efici??ncia reprodutiva do rebanho. Na regi??o do Planalto Catarinense, detentora de um rebanho ovino de aproximadamente 80 mil cabe??as, o sistema predominante ?? o de cria????o extensiva, com pari????es ao ar livre e com vigil??ncia m??nima, o que implica o desconhecimento das causas de mortalidade perinatal de cordeiros. O presente trabalho teve como objetivo determinar e quantificar as causas de mortalidade perinatal e poss??veis fatores associados, em ovinos, na regi??o do Planalto Catarinense. Uma vez que o complexo inani????o/exposi????o, distocia e preda????o juntos foram respons??veis por 81,52% das mortes perinatais em cordeiros, h?? necessidade de aplica????o de diversas medidas para reduzir-se os ??ndices de mortalidade e elevar a efici??ncia dos rebanhos. Para tal, deve-se observar a alimenta????o adequada da ovelha durante a prenhez e a ??poca ideal para o nascimento de cordeiros, que deve ocorrer de prefer??ncia na primavera. ?? importante ainda a sele????o de carneiros adequados ??s categorias de ovelhas a serem encarneiradas, evitando-se servir borregas com carneiros genitores de cordeiros com alto peso ao nascimento, e uma maior vigil??ncia do rebanho no per??odo de pari????o, para que se possa intervir nos partos laboriosos e diminuir as perdas por distocia e preda????o. aMortalidade perinatal aOvino aOvinocultura1 aMARTINS, E.1 aMARTINS, V.M.V.1 aGREINER, L.C. tAgropecuaria Catarinense, Florianopolisgv.10, n.3, p.09-11, set./nov. 1997.