01212naa a2200169 a 450000100080000000500110000800800410001910000230006024500490008326000090013252007600014165300130090165300200091465300110093470000190094577300780096410150412014-04-10 1989 bl uuuu u00u1 u #d1 aSILVA JUNIOR, A.A. aAdubacao do tomateiro e seu efeito residual. c1989 aA cultura do tomate ?? altamente exigente em nutrientes, disponibilizados e forma equilibrada. Foram testadas no munic??pio de Palho??a as doses de 0, 30, 60, 120 e 180 kg/ha de N e K2O e 0, 75, 150, 300 e 450 de P2O5, combinadas com a aplica????o de 0, 10 e 20 t/ha de cama de avi??rio. Os melhores rendimentos de frutos e(53 t/ha) e maior percentual de frutos gra??dos foram obtidos atrav??s da aduba????o com 103,5 kg/ha de N, 258,8 kg/ha de P2O5 e 103,5 kg/ha de K2O, combinados com 20 t/ha de cama de avi??rio. A omiss??o de adubo org??nico reduziu a produtividade m??dia para 46,2 t/ha. As maiores doses de adubos minerais afetaram a produtividade, principalmente por aumentar o ??ndice de salinidade de solo e provocar desiquil??brios nutricionais. aAdubacao aEfeito residual aTomate1 aVIZZOTTO, V.J. tAgropecuaria Catarinense, Florianopolisgv. 2, n. 4, p. 37-40, dez. 1989.