02988naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024501420007926000090022152022870023065000140251765000300253165000230256170000180258470000210260270000160262370000180263977301250265711362132025-10-30 2025 bl uuuu u00u1 u #d1 aMARTINS, L. O. aDIN??MICA DA MICROBIOTA BACTERIANA DO QUEIJO ARTESANAL SERRANO (QAS) DO TEMPO ZERO ?? MATURA????ObESTUDO POR NGS.h[electronic resource] c2025 aO processo de produ????o de Queijo Artesanal Serrano (QAS) possui uma grande relev??ncia em termos culturais, sociais e econ??micos para as propriedades localizadas na ??rea de abrang??ncia da Indica????o Geogr??fica Campos de Cima da Serra. Este estudo investigou o impacto da microbiota inicial no tempo 0 (enformagem) e final (63 dias de matura????o) na diversidade bacteriana no QAS em seis queijarias localizadas em Santa Catarina. As amostras dos dias 0 e 63 foram caracterizadas por sequenciamento de alto desempenho das regi??es V3/V4 do gene 16S rRNA, seguido de an??lise bioinform??tica para determinar a composi????o microbiana e a abund??ncia relativa dos g??neros bacterianos. No tempo inicial (0 dia), a microbiota dos queijos foi caracterizada principalmente pela presen??a de Proteobacteria, que representaram a abund??ncia relativa dominante em todas as propriedades (varia????o de 53,20% a 94,80%). O filo Firmicutes apareceu em menor abund??ncia (cerca de 5,17% a 46,79%), enquanto Actinobacteria foi praticamente ausente, com exce????o de SAC8 (2,6%). Ap??s 63 dias de matura????o, observou-se uma mudan??a significativa na composi????o. Em algumas propriedades, como SAC6 e SAC7, ocorreu uma substitui????o quase completa da comunidade inicial por Firmicutes (>99%), com concomitante redu????o dr??stica de Proteobacteria (<0,2%). Considerando o n??vel de g??nero, as diferen??as entre os queijos tornaram-se mais evidentes, destacando os g??neros que contribu??ram com ≥ 4% para a distribui????o geral nas queijarias. No n??vel do g??nero, os membros do filo Firmicutes corresponderam, quase exclusivamente, a Enterococcus (SAC6 e SAC7), seguidos de Enterobacter (SAC1 e SAC8), pertencentes ao filo Proteobacteria. De modo geral, observou-se baixa abund??ncia de bact??rias l??cticas em todas as queijarias, exceto na SAC4, onde Streptococcus apresentou alta representatividade (62,13%). Verificou-se ainda elevada abund??ncia de Enterococcus e Enterobacter nas queijarias analisadas. Esses resultados indicam que a microbiota do QAS pode n??o seguir o padr??o esperado para queijos artesanais maturados, o que refor??a a necessidade de estrat??gias voltadas ?? melhoria da qualidade microbiol??gica, seguran??a do produto e valoriza????o comercial. aleite cru aqualidade microbiol??gica avida de prateleira1 aFERRAZ, S. M.1 aMENDES, S. D. C.1 aNESI, C. N.1 aARCARI, S. G. tIn: SIMP??SIO BRASILEIRO DE MICROBIOLOGIA APLICADA, 15., 2025, Porto Alegre. Anais [...]. Porto Alegre, RS: Ufrgs, 2025.