03222naa a2200217 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024501310007726000090020852024760021765000270269365000150272065000140273565000240274965000160277365000160278970000200280570000190282577301600284411360862025-10-23 2025 bl uuuu u00u1 u #d1 aWEBER, N. C. aComportamento de parasitismo de Diachasmimorpha longicaudata influenciado por pistas visuais em citros.h[electronic resource] c2025 aEntre os desafios fitossanit??rios da citricultura nacional, a Mosca das frutas Sul Americana (MFS) Anastrapha fraterculus (Diptera: Tephritidae) ?? uma das principais pragas que ocorrem em todas as regi??es do Brasil. Nos pomares, o manejo da praga ?? realizado principalmente por meio da aplica????o de inseticidas qu??micos, por??m nem sempre ?? eficiente, devido ao desenvolvimento larval ser no interior dos frutos. A utiliza????o de parasitoides larvais como D. longicaudata (DL) (Hymenoptera: Braconidae) torna-se uma importante ferramenta de controle, no entanto, em fun????o das varia????es na colora????o dos frutos, pode haver maior ou menor reconhecimento dos parasitoides, influenciando assim sua capacidade de parasitismo. Neste sentido, objetivou-se com o presente estudo avaliar o parasitismo de D. longicaudata em larvas da MFS e verificar o comportamento do parasitoide frente a diferentes pistas visuais dos hospedeiros. Para isso, foram utilizadas f??meas de DL entre 5 a 10 dez dias de idade, acasaladas, provenientes de cria????o mantida em laborat??rio. Unidades de parasitismo (UP) nas colora????es amarelo, vermelho ou azul, contendo 10 larvas de MFS cada, foram expostas conjuntamente a cada f??mea em arena com 30 cm de di??metro para avalia????o do comportamento inato de parasitismo. A experi??ncia de DL foi avaliada em UP azuis, por 30 min como tempo de oviposi????o seguido de intervalo de 30 min isoladas. O comportamento inato e o experiente foram avaliados e registrados com o aux??lio do software Etholog 2.2.5 durante 15 min, em 15 repeti????es para cada tratamento e elaborado os respectivos etogramas. F??meas, independentemente do tratamento (inato ou experientes) dispensaram a maior parte do per??odo avaliado fora das UPs, f??meas inexperientes preferiram parasitar UPs vermelhas (colora????o associada ao amadurecimento de frutos) e menos UP azuis, no entanto, quando realizada a experi??ncia pr??via em UP azuis, as f??meas apresentaram comportamento mais ativo na arena, permanecendo mais tempo em deslocamento e aumentaram a propor????o de oviposi????o nesta cor. Assim, os resultados indicam que D. longicaudata utiliza as colora????es dos hospedeiros durante o processo de busca, sendo que uma vez estabelecida sua presen??a nos pomares, pode haver incremento do parasitismo com o passar do tempo, demonstrando uma plasticidade de aprendizado e reconhecimento dos hospedeiros com diferentes cores e est??gio de matura????o aAnastrepha fraterculus aBraconidae aCitrus sp aControle biol??gico aparasitismo aTephritidae1 aREDAELLI, L. R.1 aSANT???ANA, J. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA (CBF), 29., 2025, Campinas, SP. Anais [...]. Campinas, SP: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2025. p. 217-217.