04172naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000200006024501350008026000090021552034780022465000220370270000180372470000170374270000200375970000160377977301950379511360302025-10-17 2025 bl uuuu u00u1 u #d1 aSOUZA, A. L. K. aRALEIO MEC??NICO DO PESSEGUEIRObEFEITO NA PRODUTIVIDADE E QUALIDADE DE FRUTOS DE PESSEGUEIRO ?BRS REGALO?.h[electronic resource] c2025 aO raleio ?? uma pr??tica fundamental na cultura do pessegueiro para assegurar o equil??brio entre carga produtiva e qualidade dos frutos, que modo geral, demanda elevada quantidade de m??o-de-obra para sua realiza????o e impacta diretamente na rentabilidade dos fruticultores. Como alternativa, m??todos mecanizados de desbaste t??m sido estudados em diversos pa??ses, contudo, as informa????es sobre esta t??cnica ainda s??o escassas para as cultivares e condi????es edafoclim??ticas do sul do Brasil. Nesse contexto, este estudo foi realizado para determinar o efeito de diferentes momentos de desbaste mec??nico de frutos de pessegueiro sobre a produ????o e qualidade f??sico-qu??mica de frutos de pessegueiro ?BRS Regalo?. O experimento foi realizado na safra 2024/2025, em Pinheiro Preto SC (latitude 27??4? 22.10?S e longitude 51??11?38.79?O, altitude de 774m). O pomar comercial foi implantado em 2022 com a cultivar copa BRS Regalo, enxertada sobre o porta enxerto Capdeboscq, com 1923 plantas por hectare e conduzidos muro frutal baixo na forma de multil??der, com quatro eixos principais. O delineamento foi de blocos inteiramente casualizados, com 4 repeti????es compostas por tr??s plantas, das quais uma foi utilizada como unidade amostral. Foram avaliados seis tratamentos, com diferentes momentos de desbaste: [T1] Raleio Manual (RM); [T2] Bal??o + RM; [T3] Plena-flora????o + RM; [T4] Queda de s??palas + RM; [T5] Frutos 10mm + RM; [T6] Testemunha (sem raleio). O desbaste manual (RM) de todos os tratamentos foi realizado em frutos com di??metro de 18mm. Na colheita, foram avaliados o n??mero e o tamanho de frutos (g), a produtividade (t.ha-1), a firmeza de polpa (lb.pol-2), a acidez total (meq.L-1), a colora????o (??HUE), o teor de s??lidos sol??veis (??Brix) e o tempo de repasse manual (h.ha-1). Os dados foram analisados quanto ?? normalidade e pelo teste de Shapiro-Wilk, e a homoscedasticidade pelo teste de Bartlett e, na sequ??ncia, foram submetidos ?? ANOVA. As m??dias foram comparadas pelo teste de Tukey (p ≤ 0,05). Os tratamentos influenciaram significativamente o tempo de repasse manual, a produtividade e a qualidade dos frutos. O raleio manual exigiu maior tempo de repasse (117,12 h.ha- ??) em contraponto que, o uso de raleio mec??nico reduziu a necessidade de m??o de obra entre 34,90% (bal??o floral) e 71,72% (frutos 10mm). Contudo, a interven????o mec??nica direta em frutos [T5] reduziu a produtividade (26,06 t.ha- ??), ao mesmo tempo que em bal??o floral [T2] aumentou a produtividade (37,25 t.ha- ??) e o calibre dos frutos (122,92 g), apesar de ter diminu??do a firmeza (11,10 lb.pol- ??). Adicionalmente, a interven????o mec??nica na plena flora????o se destacou por apresentar equil??brio entre n??mero de frutos (162,5), peso m??dio (109,69 g), produtividade (34,28 t ha- ??) e firmeza (12,95 lb.pol- ??), com ??Brix (10,70) e acidez (45,31 meq.L- ??). A testemunha apresentou o maior n??mero de frutos por planta (379) e valores de firmeza (14,13 lb.pol- ??). Contudo a aus??ncia de raleio diminuiu a qualidade dos frutos, especialmente para atributos de tamanho (49,39 g), teor de a????car (9,38 ??Brix), e acidez (53,35 meq.L- ??). Conclui-se que a associa????o de raleio mec??nico em est??dios fenol??gicos precoces (bal??o floral e plena flora????o), com raleio manual, permite conciliar efici??ncia operacional, custo reduzido, produtividade e qualidade de frutos de pessegueiro para consumo ?in natura?. afrutas de caro??o1 aPERAZZOLI, V.1 aBONIN, B. F.1 aPERTILLE, R. H.1 aCALIARI, V. tIn: SEMIN??RIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 16., 2025, S??o Joaquim, SC. Resumos cient??ficos [...]. S??o Joaquim, SC: Secretaria de Estado da Agricultura, 2025. p. 25-25.