03338naa a2200229 a 450000100080000000500110000800800410001910000180006024501220007826000090020052025590020965000300276865000280279865000160282665000190284270000200286170000170288170000200289870000180291870000180293677301540295411360212025-10-17 2025 bl uuuu u00u1 u #d1 aPERAZZOLI, V. aPODA MEC??NICA DO PESSEGUEIRObPRIMEIRAS IMPRESS??ES AGRON??MICAS, QUALITATIVAS E ECON??MICAS.h[electronic resource] c2025 aA poda ?? uma pr??tica de manejo essencial para a estabilidade produtiva do pessegueiro. Tradicionalmente realizada de forma manual, essa opera????o tem se tornado onerosa devido ?? escassez e ao elevado custo da m??o de obra, fatores que comprometem a rentabilidade dos fruticultores. Nesse contexto, a mecaniza????o surge como uma alternativa para garantir a sustentabilidade fi nanceira da produ????o de p??ssegos, especialmente diante da ascens??o de sistemas de condu????o bidimensionais. O objetivo deste trabalho foi avaliar o impacto da poda mec??nica sobre a produ????o, qualidade dos frutos e necessidade de m??o de obra na produ????o de p??ssegos. O estudo foi realizado durante a safra 2024-2025, em Videira, SC, em pomar da cultivar BRS RubraMoore, implantado em 2017, com 1666 plantas.ha-1, enxertadas sobre porta enxerto capdeboscq e conduzidas em muro frutal com quatro eixos principais (multil??der). O delineamento foi de blocos inteiramente casualizados, com 4 repeti????es. A poda manual foi comparada com a interven????o mec??nica associada ?? repasses manuais no inverno (poda seca), primavera e ver??o (podas verdes). Foram avaliados o n??mero e o massa de frutos (g), a produtividade (t ha-1), a fi rmeza de polpa (lb pol-2), a acidez (meq L-1), a colora????o (??Hue), o teor de a????car (??Brix), incid??ncia de podrid??es (%), o tempo gasto para opera????es manuais de podas e raleio (h ha-1) e o respectivo custo (R$ ha-1). Os dados foram submetidos ?? an??lise de normalidade (teste de Shapiro-Wilk), ?? homoscedasticidade (teste de Bartle ) e a signifi c??ncia dos efeitos foi verifi cada pela ANOVA (p ≤ 0,05). A mecaniza????o reduziu em 54,0% o custo com podas e 78,7% do tempo de raleio, que juntas representam economia operacional de 68,5%. N??o houve diferen??as na produtividade, n??mero de frutos colhidos, fi rmeza e acidez. Entretanto, a poda manual resultou em frutos maiores (121,8g), com maior teor de a????car (11,6??Brix) em compara????o com a interven????o mec??nica (104,2g e 8,1??Brix, respectivamente). Embora a mecaniza????o tenha resultado em frutos mais vermelhos (42,4??Hue), foram observadas inj??rias em alguns frutos, fato que pode estar associado a maior incid??ncia de podrid??es (2,4%). Conclui-se que a poda mec??nica pode ser adotada como alternativa para reduzir a necessidade de m??o de obra. Entretanto, sua ado????o deve ponderar os objetivos do sistema produtivo e as exig??ncias de qualidade do mercado-alvo, devido sua infl u??ncia em aspectos relacionados ?? qualidade dos frutos. aFruticultura de precis??o aMecaniza????o agr??cola aMuro frutal aPrunus persica1 aSOUZA, A. L. K.1 aBONIN, B. F.1 aPERTILLE, R. H.1 aMATTOS, A. P.1 aSCHUCK, M. R. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 29., 2025, Campinas, SP. Anais [...]. Campinas, SP: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2025. p. 502-502.