03563naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024501650007726000090024252029000025165000220315170000160317370000230318970000260321270000180323877301250325611355382025-03-17 2024 bl uuuu u00u1 u #d1 aPETRY, H. B. aControle do endurecimento dos frutos do maracujazeiro-azedo (Passiflora edulis) com uso de filmes protetores e indutores de resist??ncia.h[electronic resource] c2024 aSanta Catarina vem se destacando como um dos principais estados produtores de maracuj?? do Brasil nos ??ltimos anos. O endurecimento dos frutos do maracujazeiro (EFM), causado pelo cowpea aphid-borne mosaic virus (CABMV), ?? uma das doen??as mais importantes que acomete a passicultura mundial. A principal forma de controle do EFM ?? a utiliza????o de diversas estrat??gias dentro do manejo integrado de doen??as e exige uso de mudas sadias, com pelo menos 80 cm de altura, produzidas em ambiente protegido sob telado antiaf??deo, cuidados nas opera????es de poda e desbaste, elimina????o sistem??tica de plantas com sintomas at?? o in??cio do florescimento, utiliza????o de quebra-ventos, a realiza????o do plantio em per??odos de menor incid??ncia de af??deos no campo e a realiza????o de cultivo anual associado ?? ado????o de vazio sanit??rio. Desta maneira, as duas principais estrat??gias de manejo da doen??a puderam ser regulamentadas pelo Estado, sendo pass??veis de fiscaliza????o e de pol??ticas de incentivo. O objetivo deste trabalho foi avaliar filmes protetores e indutores de resist??ncia no controle do EFM. Foi realizado um estudo em Urussanga-SC, utilizando mudas livres de v??rus, produzidas em abrigo com telado antiaf??deos e cobertura pl??stica, com 90 cm de altura. O experimento foi implantado ao lado de um pomar de maracujazeiro-doce (P. alata) contaminado com o CABMV. As plantas foram tratadas quinzenalmente desde a implanta????o, por 90 dias, totalizando seis aplica????es dos produtos testados. As plantas n??o receberam podas de condu????o para evitar a transmiss??o acidental por ferramentas. Os tratamentos testados, al??m da testemunha, foram: caulim 5%; ??leo mineral 1%; fosfito de pot??ssio 0,2%; Provado?? SC 0,5 ml/L (imidacloprido 20%) e timorex Gold?? 0,1% (extrato de Melaleuca alternifolia 22,25%). A incid??ncia do EFM foi avaliada, atrav??s da presen??a de sintomas foliares da doen??a, aos 8, 50, 75, 90 e 117 dias ap??s a implanta????o do experimento. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, com seis tratamentos e tr??s repeti????es, com cinco plantas por parcela. As plantas tratadas com Surround?? 5% (Caulim 95%) apresentaram a menor incid??ncia (11%) ao final do experimento, enquanto as plantas tratadas com provado?? SC apresentaram incid??ncia intermedi??ria (23%) e os demais tratamentos apresentaram incid??ncia pr??xima a 40%. A aplica????o de ??leo mineral 1% retardou o in??cio da doen??a, n??o apresentando plantas com sintomas na segunda avalia????o, aos 50 dias ap??s a implanta????o do pomar, o que est?? de acordo com a literatura, que demonstra seu efeito protetor das plantas em v??rus transmitidos de maneira n??o persistente por af??deos. Aplica????es quinzenais de caulim 5% possibilitam reduzir a incid??ncia do EFM e a aplica????o de ??leo mineral 1% possibilita atrasar o in??cio da doen??a em at?? 45 dias. aPassiflora edulis1 aMILIOLI, K.1 aLORENZI, ??. F. P.1 aBONFIM J??NIOR, M. F.1 aBERTOLINI, E. tIn: CONFER??NCIA NACIONAL SOBRE DEFESA AGROPECU??RIA, 8., 2024, Goi??nia, GO. Resumos... Goi??nia, GO: SBDA, 2024. p. 54