03007nam a2200145 a 450000100080000000500110000800800410001910000210006024500690008126000370015052026010018765300280278865300240281665300210284011352322024-12-09 2024 bl --- 0-- m #d1 aGARDIN, J. P. P. aDica Epagribuso de magn??sio na videira.h[electronic resource] aFlorian??polis, SC: Epagric2024 aA defici??ncia de magn??sio foi diagnosticada em videiras da cultivar Bord??, enxertadas sobre o porta-enxerto VR-043-43 atrav??s da metodologia de Diagnose da Composi????o Nutricional (CND), ap??s coleta de folhas na ??poca da plena flora????o. Os ??ndices de balan??o nutricional foram: IBNm??dio = 1,37 e por nutriente, N = ?1,26, P = 0,98, K = 2,31, Ca = 1,34, Mg = ?2,56, S = ?2,37, B = ?0,37, Zn = ?0,52, Fe = 2,21, Mn = ?0,36 e Cu = ? 0,68. Os ??ndices mais negativos foram Mg e S. Assim, o objetivo desse trabalho foi estudar o efeito da aduba????o com sulfato de magn??sio via solo e magn??sio quelatizado foliar na produ????o e qualidade da videira. A an??lise inicial do solo apresentou 2,89cmolc.dm3 de magn??sio, 9,25cmolc.dm3 de c??lcio e 0,95cmolc.dm3 de pot??ssio (muito altos). Ent??o, foi instalado um experimento DIC com quatro doses de sulfato de magn??sio aplicadas ao solo no in??cio da brota????o (0, 170, 340 e 680kg ha-1 ), com tr??s repeti????es (cada rep com 3 plantas). Devido ?? persist??ncia dos sintomas de defici??ncia de magn??sio nesse experimento, foi realizado no ano seguinte um subsequente, em DIC, quatro tratamentos com n??mero de aplica????es crescentes de quelato de magn??sio 1kg ha-1, T1 = testemunha, T2 = uma, T3 = duas e T4 = tr??s aplica????es, com tr??s repeti????es (cada rep com tr??s plantas), realizadas antes e ap??s o florescimento, e na fase de gr??o ervilha. No experimento de aplica????o via solo, a produ????o foi significativamente reduzida com o aumento da dose, de 25.745 na dose 0 kg ha-1 , para 24.235 na dose 170, 22.029 na dose 340 e 12.081kg ha-1 na dose de 680kg ha-1, estimado por regress??o linear. Observou-se tamb??m um aumento dos s??lidos sol??veis totais (SST) com o incremento das doses de magn??sio, de 13,3, 15,77, 16,17 e 17,5. Enquanto pH e acidez n??o mostraram diferen??as significativas. No experimento de aplica????es foliares de quelato de magn??sio, os sintomas de defici??ncia diminu??ram nos tratamentos com magn??sio (T2, T3 e T4) e se mantiveram na testemunha. A produtividade aumentou com a aplica????o de magn??sio foliar (Tukey letras ( )), T1 = 15.602 kg ha-1(b), T2 = 16.470 (ab), T3 = 19.291 (ab) e T4 = 19.948 kg ha1 (a), assim como os SST que aumentaram nos tratamentos com duas e tr??s aplica????es de magn??sio. T1 = 13,4 (b), T2 = 14,2 (b), T3 = 15,8 (a) e T4 = 15,9 (a). O pH e a acidez n??o mostraram diferen??as significativas. Os resultados evidenciam a necessidade de abordagens alternativas como a fertiliza????o foliar para garantir a adequada nutri????o, produ????o e qualidade das uvas. aAbsor????o de magn??sio aFertilizante foliar aMagn??sio foliar