03327naa a2200217 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024501380007626000090021452025810022365000320280465000250283665000260286165000250288765000260291270000130293870000200295170000190297177301190299011351072024-11-12 2024 bl uuuu u00u1 u #d1 aROSA, K. C. aMATURA????O E PODRID??ES EM P??S-COLHEITA DE FRUTOS DE TOMATE COM APLICA????O DE 1-METILLCICLOPROPENO (1-MCP).h[electronic resource] c2024 aA incid??ncia de podrid??es na p??s-colheita de frutos do tomate diminui o per??odo de sua comercializa????o. H?? poucas tecnologias dispon??veis para diminuir estas perdas, por??m, uma estrat??gia potencial ?? o de uso do 1-metillciclopropeno (1-MCP), um inibidor da a????o do etileno e que retarda o amadurecimento dos frutos. No entanto, seu efeito sobre podrid??es ainda precisa ser melhor avaliado em tomate. O trabalho teve como objetivo avaliar se a aplica????o de 1-MCP em diferentes est??dios de matura????o de frutos do tomate afeta a matura????o e incid??ncia de podrid??es. Oito amostras de 120 frutos 'Coronel' foram colhidas em lavoura comercial, em 4 est??dios de matura????o: 1 - epiderme verde, 3 - 10-30% da epiderme vermelha, 5 - 60-90% da epiderme vermelha, 6 - mais de 90% da epiderme vermelha), totalizando 2 amostras por est??dio. Uma amostra de 120 frutos por est??dio de matura????o foi tratada com 1-MCP (0,5 uL L-1) e uma n??o tratada foi usada como testemunha. Os frutos foram mantidos em temperatura de 20oC e avaliados para incid??ncia de podrid??es e est??dio de matura????o aos 8, 12, 14, 16, 18 e 21 dias ap??s o tratamento (DAT). O ponto de colheita foi o principal fator que afetou a incid??ncia de podrid??es sendo m??nima nos frutos colhidos no est??dio 1. A incid??ncia de podrid??o aumentou expressivamente a partir do 12o dia nos frutos colhidos nos est??dios de matura????o 3 e 5 e na 1?? semana ap??s a colheita nos frutos colhidos no est??dio de matura????o 6. No est??dio 1, aos 21 DAT, n??o teve diferen??a entre tratamentos para incid??ncia de podrid??o, com 6,7% em m??dia. Tamb??m aos 21 DAT, no est??dio 3, a aplica????o de 1-MCP diminuiu a incid??ncia de podrid??o de 69,2%, do tratamento testemunha, para 43,3%; no est??dio 5, apenas 28,3% dos frutos tratados apresentaram podrid??o enquanto metade dos frutos n??o tratados foi perdida. Nos tomates colhidos no est??dio 6, a aplica????o de MCP praticamente n??o alterou a incid??ncia de podrid??o. Os frutos da testemunha chegaram a colora????o m??xima (6) j?? aos 8 DAT, enquanto os frutos 1-MCP atingiram essa cor somente aos 21 DAT. Isso somente n??o ocorreu no est??dio 1. Neste est??dio, frutos que receberam 1-MCP apresentavam cor 5 ao final da avalia????o (21 DAT), enquanto os da testemunha j?? apresentavam cor 6 aos 16 DAT. Conclui-se que o 1-MCP ?? eficiente em retardar a matura????o dos frutos se aplicado nos est??dios intermedi??rios da matura????o, entre 3 e 5. Nesses est??dios, o fruto ainda continua a matura????o e h?? uma menor incid??ncia de podrid??es. aConserva????o P??s-Colheita aControle de Doen??as aInibi????o do Etileno aSolanum lycopersicum aVida ??til do Produto1 aHAHN, L.1 aBRANCHER, T. L.1 aARGENTA, L. C. tIn: SEMIN??RIO CATARINENSE DE OLERICULTURA, 2., 2024, Fraiburgo, SC. Resumos... Ca??ador, SC: Epagri, 2024. p. 317