03180naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000180006024500900007826000090016852025290017765000220270665000210272865000170274965000170276670000200278370000170280370000200282077301340284011350592024-11-08 2024 bl uuuu u00u1 u #d1 aPERAZZOLI, V. aACC PARA RALEIO QU??MICO DO PESSEGUEIRObPRIMEIROS RESULTADOS.h[electronic resource] c2024 aO raleio manual de frutos do pessegueiro ?? um trato cultural, que implica custos significativos de produ????o. O uso de fitorreguladores pode auxiliar na redu????o da m??o de obra necess??ria ao raleio. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do ACC (??cido 1- Aminociclopropano-1-carbox??lico) no desbaste de flores de pessegueiro em compara????o ao raleio manual. O experimento foi realizado na safra 2023/2024, em Pinheiro Preto/SC (latitude 27?? 4'37.51"S e longitude 51??11'38.79"O, altitude de 789m). O pomar comercial da cultivar PS10711 foi implantado em 2014, com 1.388 plantas por hectare, conduzidos na forma de Y com dois ramos e enxertadas sobre porta-enxerto Capdeboscq. O delineamento foi em blocos casualizado, com quatro repeti????es de uma planta para cada tratamento, sendo: testemunha (sem raleio) (T1), ACC 300ppm (T2), ACC 600ppm (T3) e raleio manual (T4). Os produtos foram aplicados com 50% de flores abertas e o repasse manual foi realizado com os frutos com di??metro de 25mm. Na colheita, foram avaliados o n??mero e o tamanho de frutos (g), a produtividade (t ha-1 ), a firmeza (lb pol-2 ), a acidez (meq L-1 ), a colora????o (??HUE), o teor de a????car (??Brix), o tempo de repasse manual (h ha1 ), e a massa das podas verdes (kg).Os dados foram analisados quanto ?? normalidade pelo teste de Shapiro-Wilk, e a homoscedasticidade pelo teste de Bartlett e, na sequ??ncia, foram submetidos ?? Anova e ao teste de m??dias pelo teste de Tukey (p≤0,05). N??o foram constatadas diferen??as entre os tratamentos na firmeza e na colora????o de frutos. Nenhuma forma de raleio afetou o crescimento vegetativo, embora tenha sido observada desfolha em ramos de pessegueiro mais desenvolvidos ap??s a aplica????o do ACC. O raleio manual promoveu maior produtividade (41,42t), tamanho (174,99g), s??lidos sol??veis totais (10,4??Brix) e exigiu maior demanda de m??o de obra (744,89h). A aus??ncia de raleio (T1) resultou em frutos menores (41,8g) e mais ??cidos (59,88meq L -1 ). O uso de ACC na concentra????o de 600ppm (T3) raleou excessivamente, resultando em menor necessidade de repasse (83,28h), produtividade (24,4t ha-1 ) e n??mero de frutos (136). O ACC 300ppm (T2), promoveu bom efeito raleante reduzindo a necessidade de complemento com raleio manual (171h), ao mesmo tempo que n??o se diferenciou do raleio manual em produtividade (36,93t ha-1 ), n??mero de frutos colhidos (181) e massa dos frutos (159,02g). O ACC ?? uma ferramenta promissora para raleio de flores de pessegueiro. aDesbaste qu??mico aFitorreguladores aFruticultura aM??o-de-obra1 aSOUZA, A. L. K.1 aBONIN, B. F.1 aNETTO, A. C. M. tIn: ENCONTRO NACIONAL DE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 18., 2024, Fraiburgo, SC. Resumos... Ca??ador, SC: Epagri, 2024. p. 217