03046naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024501100007626000090018652023890019565000170258465000150260165000190261665000160263570000170265170000170266870000180268577301370270311350132024-11-01 2024 bl uuuu u00u1 u #d1 aPOLA, A. C. aEstimativa do in??cio da ecodorm??ncia do pessegueiro SCS450 TOM em Urussanga, SC.h[electronic resource] c2024 aDe maneira geral, as frut??feras de clima temperado necessitam de baixas temperaturas para superar a fase de endodorm??ncia e de calor para superar a ecodorm??ncia, sendo dif??cil determinar o momento de transi????o entre estas duas fases. O objetivo do presente trabalho foi estimar o in??cio da ecodorm??ncia (IE) do pessegueiro SCS450 TOM, em Urussanga/SC, utilizando um m??todo estat??stico, e avaliar a influ??ncia das temperaturas, antes e ap??s IE, sobre a data de plena flora????o (DPF). Para tal, foram utilizadas as DPF registradas durante 5 anos (2011 a 2015), sendo que, nestes anos, a flora????o mais precoce ocorreu em 17 de julho e a mais tardia em 8 de agosto. O IE foi estimado atrav??s da avalia????o das correla????es entre a DPF e m??dias m??veis posteriores de temperaturas m??ximas di??rias, em per??odos de 30 dias (TM30), a partir de 1?? de abril. Considerou-se o dia de in??cio da ecodorm??ncia quando o coeficiente de correla????o linear (R) atingiu valores negativos significativos (p≤ 0,05), o que ocorreu no dia 17/6, quando o coeficiente de correla????o entre DPF e TM30 apresentou R = ?0,83. Para o estudo da influ??ncia das temperaturas sobre a DPF, foi utilizado o n??mero de horas di??rias em que as temperaturas permaneceram em oito faixas predeterminadas: (t ≤ 7; i < t ≤ i + 3, i = {7,10,13,16,19,22}; t > 25). Nos 30 dias posteriores ao IE, as somas t??rmicas que mais se correlacionaram com a DPF foram aquelas superiores a 13??C (R = ?0,90). Nos 30 dias anteriores ao IE, ou seja, na fase final da endodorm??ncia te??rica, observou-se que a vari??vel TM30, as temperaturas superiores a 19??C e as inferiores a 13??C apresentaram correla????o positiva com a DPF (R=0,69, R = 0,8 e R = 0,92, respectivamente), indicando que, neste per??odo, temperaturas mais elevadas e mais baixas estavam relacionadas com flora????es mais tardias. Nestes 30 dias anteriores ao IE, o n??mero de horas em que a temperatura permaneceu entre 13 e 19??C apresentou a maior correla????o com a DPF, com R = ?0,95, indicando que temperaturas amenas no est??gio final da endodorm??ncia podem ser importantes para a supera????o deste tipo de dorm??ncia. Entretanto, mais estudos s??o necess??rios para confirmar estes resultados, utilizando, por exemplo, m??todos biol??gicos, como o de estacas com n?? isolado submetidos a temperaturas controladas. aCorrela????o aDorm??ncia aPrunus persica aTemperatura1 aBRUNA, E. D.1 aPETRY, H. B.1 aMORETO, A. L. tIn: ENCONTRO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 18., 2024, Fraiburgo, SC. Resumos... Ca??ador, SC: Epagri, 2024. p. 215