05244naa a2200325 a 450000100080000000500110000800800410001910000210006024501230008126000090020430000090021350001500022252041760037265000250454865000200457365000260459365000240461965000220464365000220466565000120468765000320469965000280473165000250475970000190478470000170480370000270482070000210484770000160486877300340488411343232024-03-11 2024 bl uuuu u00u1 u #d1 aJUSTEN, J. G. K. aDesafios e solu????es para mitigar a eros??o provocada pelas chuvas na agricultura catarinense.h[electronic resource] c2024 a6 p. aLink: https://blog.epagri.sc.gov.br/index.php/artigo-desafios-e-solucoes-para-mitigar-a-erosao-provocada-pelas-chuvas-na-agricultura-catarinense/ aA produ????o agropecu??ria de Santa Catarina foi impactada pelas consider??veis quantidades e intensidades de chuvas registradas no final de 2023, principalmente em outubro e novembro. Segundo a Epagri/Ciram, em cada um desses dois meses os valores acumulados foram 400% acima da precipita????o m??dia climatol??gica mensal prevista. As consequ??ncias disso foram as inunda????es nas diversas bacias hidrogr??ficas do Estado, com destaque para as dos Rios Itaja??, Igua????, Canoinhas, Timb??, Peixe, Canoas, Chapec?? e Uruguai. Essas chuvas causaram impactos negativos das mais diversas formas na agricultura: atraso da semeadura de culturas de ver??o em raz??o dos elevados n??veis de umidade do solo; perdas totais nas lavouras que estavam em pleno desenvolvimento, localizadas em ??reas de v??rzeas e nas proximidades dos mananciais, que ficaram completamente submersas; e atraso na colheita de culturas de inverno, com consequ??ncias negativas na quantidade e na qualidade dos gr??os colhidos. Al??m disso, a baixa insola????o, caracter??stica desses per??odos chuvosos, provocou altera????es fisiol??gicas e, consequentemente, diminui????o do crescimento das plantas. Por outro lado, as chuvas excessivas aumentaram consideravelmente a quantidade de ??gua no solo. Com umidade excessiva, o fluxo de ??gua dentro do solo provocou a ocorr??ncia de um fen??meno chamado lixivia????o, que se caracteriza pelo movimento descendente de nutrientes importantes, tais como o pot??ssio e o nitrog??nio, localizados nas camadas superficiais do solo, para longe das ra??zes das plantas, prejudicando seu crescimento. Por??m, o que mais chamou a aten????o de todos foi a ocorr??ncia da eros??o nas lavouras, encostas e estradas em geral. Muito embora o solo estivesse protegido superficialmente por cobertura viva ou morta (palha) contra o impacto da chuva, a eros??o acabou ocorrendo devido ao escoamento superficial concentrado, com energia suficiente para arrastar a palha e o solo causando a abertura de sulcos de eros??o dos mais diversos tamanhos. Esse escoamento superficial ?? o resultado em parte da limitada capacidade de infiltra????o de ??gua no solo, agravada, em muitas situa????es, pela exist??ncia de camadas compactadas, geralmente em profundidades de 10 a 20cm. Com o excesso de chuva e limita????o na infiltra????o, o resultado ?? o grande volume de escoamento de ??gua e solo em suspens??o, tamb??m chamado de enxurrada. Na medida que essa enxurrada avan??a para cotas mais baixas em ??reas com declividades acentuadas, ocorre o fluxo concentrado, aumentando a eros??o, que se torna vis??vel com sulcos cada vez maiores nas lavouras. Essa enxurrada carrega as part??culas de solo levando junto os fertilizantes e outros agroqu??micos aplicados na lavoura, e at?? mesmo sementes rec??m-semeadas ou rec??m-germinadas. Parte desse material todo pode ser depositado nas partes mais baixas do relevo ou ?? transportado at?? os cursos d???gua, provocando assoreamento do leito. Outro impacto ?? a polui????o e eutrofiza????o dos mananciais, prejudicando a flora e a fauna aqu??tica e causando problemas s??rios para o abastecimento urbano. A eros??o tamb??m causou impactos nas estradas e rodovias que cortam as lavouras. Quando a enxurrada ?? drenada diretamente das lavouras para as estradas ou quando ocorre eros??o por deslizamento, a deposi????o de terra sobre o leito das estradas n??o s?? dificulta o tr??nsito como pode, at?? mesmo, causar graves acidentes. O volume da enxurrada tamb??m pode danificar as estruturas de drenagem, como canais e bueiros, e causar eros??o nas margens das estradas, abrindo muitas vezes sulcos laterais profundos. Tudo isso contabilizado colabora para o aumento consider??vel dos preju??zos ?? sociedade em geral. E, no final de tudo, com o grande volume de ??gua escoando das partes mais altas para as partes mais baixas do relevo, ocorre o aumento repentino do n??vel dos mananciais (sangas, riachos e rios) cujas ??guas avan??am sobre as ??reas ribeirinhas (??reas de prote????o ambiental, lavouras, pequenos aglomerados de casas at?? grandes extens??es urbanizadas) provocando preju??zos desde pequena at?? grande monta. aa????es emergenciais achuvas extremas aconserva????o do solo acultivo em contorno acultivo em faixas acultivo em n??vel aeros??o apr??ticas conservacionistas arecupera????o ambiental aterra??os agr??colas1 aWILDNER, L. P.1 aRAMOS, J. C.1 aMIRANDA J??NIOR, G. X.1 aGUADAGNIN, C. A.1 aBACK, A. J. tFlorian??polis: Epagri, 2024.