03409naa a2200241 a 450000100080000000500110000800800410001910000220006024501480008226000090023052025890023965000160282865000170284465000270286170000260288870000190291470000160293370000230294970000170297270000180298970000170300777301430302411341002023-12-13 2023 bl uuuu u00u1 u #d1 aNASCIMENTO, S. C. aQuantifica????o de Rice Stripe Necrosis Virus (RSNV) e do seu vetor Polymyxa graminis em diferentes gen??tipos de arroz.h[electronic resource] c2023 aRice stripe necrosis virus foi relatado pela primeira vez no Brasil na safra 2001/02, no Rio Grande do Sul. Desde ent??o, a ocorr??ncia e os danos da doen??a t??m aumentado nos estados produtores de arroz. O RSNV ?? transmitido por Polymyxa graminis e o manejo baseia-se na exclus??o. A resist??ncia gen??tica ?? fundamental em programas de manejo, mas poucos estudos focam nesta tem??tica. O objetivo deste estudo foi desenvolver um ensaio de RT-qPCR ou qPCR para quantifica????o da carga viral e do vetor, respectivamente, visando correlacionar essas vari??veis com a incid??ncia da doen??a e graus de resist??ncia em plantas de arroz. O experimento foi composto por quatro gen??tipos: Oryza glaberrima e Oryza sativa cultivares SCS123 P??rola, Epagri 106 e Epagri 109, cada um em cinco repeti????es, totalizando vinte unidades experimentais. A inocula????o foi natural utilizando solo de ??rea com hist??rico da doen??a. A incid??ncia foi avaliada trinta dias ap??s a semeadura. As amostras foram submetidas a extra????o de ??cidos nucleicos totais (DNA e RNA), e a carga viral e do vetor foram determinadas por quantifica????o absoluta utilizando curva padr??o para os respectivos alvos [Capa Proteica (CP) e RNA polimerase dependente de RNA (RdRp) para o v??rus; e DNA ribossomal para o vetor]. A incid??ncia da doen??a foi de 0, 50, 70 e 80% em O. glaberrima, SCS123 P??rola, Epagri 109 e Epagri 106, respectivamente. RSNV e o vetor foram detectados em todas as plantas por PCR convencional e qPCR, por??m houve uma diferen??a significativa na carga viral e do vetor entre os gen??tipos testados. Al??m disso, um alto grau de correla????o foi encontrado entre as vari??veis carga viral, carga do vetor e incid??ncia. A esp??cie O. glaberrima apresentou a menor carga viral e do vetor quando comparada aos demais cultivares e diferiu dos cultivares Epagri 109 e Epagri 106. O cultivar Epagri 106 apresentou a maior carga viral e diferiu de todos os outros. Com rela????o ?? carga do vetor, Epagri 109 apresentou a maior quantifica????o, mas n??o diferiu de Epagri 106. Esses resultados confirmam que a esp??cie O. glaberrima apresenta resist??ncia ao RSNV e ao vetor P. graminis, uma vez que apresentou baixa carga viral e do vetor e n??o expressou sintomas vis??veis. SCS123 P??rola, que n??o diferiu quanto a carga viral e do vetor de O. glaberrima para as vari??veis analisadas, ?? resultante da hibridiza????o entre O. glaberrima e O. sativa. Estudos futuros para investigar os mecanismos que conferem menor carga viral e do vetor devem ser realizados. aCarga viral aOryza sativa aResist??ncia gen??tica1 aALBUQUERQUE, M. R. M.1 aGORAYEB, E. S.1 aSARTORI, F.1 aSCHEUERMANN, K. K.1 aMELLO, R. N.1 aMENDES, G. C.1 aSILVA, F. N. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 53., 2023, Bras??lia. Resumos... Bras??lia: Sociedade Brasileira de Fitopatologia, 2023. p. 702