03644naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000150006024501400007526000090021552029210022465000250314565000200317065000210319065000190321165000240323070000230325470000170327777301440329411340242023-12-08 2023 bl uuuu u00u1 u #d1 aARAUJO, L. aEFEITO ERRADICANTE DE FERTILIZANTES FOLIARES E FUNGICIDAS NO CONTROLE DO CICLO SECUND??RIO DA SARNA DA MACIEIRA.h[electronic resource] c2023 a000 03212 as 2200000uu 4500 008 231208s2023 bl por 100 __ |a ARAUJO, L. 245 __ |a EFEITO ERRADICANTE DE FERTILIZANTES FOLIARES E FUNGICIDAS NO CONTROLE DO CICLO SECUND??RIO DA SARNA DA MACIEIRA 260 __ |a In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 53., 2023, Bras??lia. Resumos... Bras??lia: Sociedade Brasileira de Fitopatoloigia , |c 2023. p. 372-. 362 __ |a 2023 520 __ |a A Sarna da Macieira (SDM) ?? a principal doen??a de primavera e o controle desta ?? fundamentado na aplica????o de fungicidas, embora em determinadas condi????es falhas de manejo podem ocorrer. Desta forma, o objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito de fertilizantes foliares e fungicidas isolados ou em mistura, posicionados como erradicantes em folhas sintom??ticas. Para testar o efeito erradicante dos tratamentos foram selecionados ramos sintom??ticos do cultivar Gala a campo, bem como foram inoculadas mudas de macieira (suspens??o de 105 con??dios/mL de Venturia inaequalis) em casa de vegeta????o. Posteriormente, dez folhas com manchas t??picas da sarna da macieira foram marcadas e receberam os seguintes tratamentos (500 mL de solu????o): 1- testemunha; 2- Cloreto de benzalc??nio (CB) (1,5 mL; Fegatex??); 3-??cido ac??tico (AA) (500 μL; Monix??); 4- ??cido perac??tico (AP) (500 μL; CleanUp??); 5-Calda sulfoc??lcica (CS) (2%; 10 mL; Calda sulfertilizante??); 6- Dodina (DD) (500 μL; Dodex??); 7-AA+DD; 8-AP+DD; 9-AA+CB; 10-AP+CB. Sete dias ap??s os tratamentos todas folhas marcadas foram coletadas e lavadas com 20 mL de ??gua para quantificar o n??mero de con??dios produzidos nas les??es com aux??lio de um hemacit??metro. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, sendo os dados obtidos submetidos a an??lise da vari??ncia e ao teste Tukey (5%). Nas folhas coletadas a campo que foram naturalmente infectadas por V. inaequalis os tratamentos que mais reduziram o n??mero de con??dios/mL em rela????o a testemunha (490.000) foram: AP+CB (78%), AA+DD (65%), AA+CB (58%), AA (42%) e CB (37%). Os demais tratamentos n??o reduziram estatisticamente o n??mero de con??dios em rela????o a testemunha a campo. Nas folhas coletadas em casa de vegeta????o que foram inoculadas com V. inaequalis os tratamentos que mais reduziram o n??mero de con??dios/mL em rela????o a testemunha (312.500) foram: AP+DD (78%); CB (72%); AA+DD (70%); AA+CB (70%); AP (56%); AP+CB (50%); e CS (50%). Os demais tratamentos n??o reduziram estatisticamente o n??mero de con??dios em rela????o a testemunha em casa de vegeta????o. Baseado nos resultados conclui-se que as misturas de fertilizantes foliares a base de ??cido ac??tico ou perac??tico com os fungicidas a base de cloreto de benzalc??nio ou dodina s??o os tratamentos mais eficientes para redu????o de con??dios de V. inaequalis em folhas sintom??ticas (efeito erradicante) e podem ser utilizados quando ocorrem falhas de controle da SDM nos pomares. aDoen??as da macieira aMalus domestica aManejo integrado aSpilocaea pomi aVenturia inaequalis1 aPINTO, F. A. M. F.1 aOLIVEIRA, B. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 53., 2023, Bras??lia. Resumos... Bras??lia: Sociedade Brasileira de Fitopatologia , 2023. p. 372