04423naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024501640007726000090024152037450025065000240399565000280401965000230404770000180407070000230408870000220411177300960413311334292023-07-19 2023 bl uuuu u00u1 u #d1 aVISCONTI, A. aBiofertilizante aer??bico formulado com farinha de peixebsupressividade ?? Sclerotium rolfsii e promo????o de crescimento do tomateiro.h[electronic resource] c2023 aA supressividade ?? a caracter??stica de alguns solos de prevenirem naturalmente o estabelecimento de pat??genos ou inibirem as suas atividades patog??nicas, induzida por fatores bi??ticos e abi??ticos. Dentre as caracter??sticas abi??ticas s??o manejados principalmente, o pH, concentra????es de macro e micronutrientes, a condutividade el??trica, estrutura e textura dos solos e a introdu????o de res??duos org??nicos. A supressividade tem despertado crescente interesse onde a inexist??ncia de produtos registrados e/ou a inviabilidade na aplica????o dos agrot??xicos motivam o uso deste m??todo alternativo. Uma estrat??gia ?? o uso de res??duos marinhos na forma de biofertilizantes. O objetivo deste trabalho foi avaliar os atributos qu??micos do solo com diferentes concentra????es de biofertilizante formulado com farinha de peixe, na indu????o de supressividade ?? Sclerotium rolfsii e na promo????o de crescimento do tomateiro ?Kai??ara?. Material e m??todos: vasos pl??sticos de sete litros, contendo Argissolo vermelho distr??fico h??plico (pH 4,3) foi incorporado o biofertilizante nas concentra????es de 0, 25, 50 e 75% (v/v) da capacidade de campo, seguido de incuba????o no escuro por cinco dias. Em seguida, foram plantados tr??s mudas por vaso do tomateiro ?Kai??ara?, com trinta dias de idade. Cinco dias ap??s o plantio das mudas foi incorporado nos vasos 8 g de in??culo de S. rolfsii por litro de solo. O tratamento controle consistiu de vasos com igual tratamento, por??m sem o in??culo do pat??geno. Semanalmente foram reaplicadas doses de cada concentra????o do biofertilizante em volume equivalente a 50% da primeira dose. Semanalmente, at?? o 45?? dia de cultivo, foi avaliada a severidade da doen??a pela escala de notas: 1 ? planta sem sintomas, 2 ? plantas com escurecimento do colo, 3 ? planta com estrangulamento do coleto, por??m viva, 4 ? planta com estrangulamento e crescimento f??ngico no coleto, por??m viva, 5 ? planta morta e, as informa????es convertidas na ??rea Abaixo da Curva do Progresso da Severidade da Doen??a (AACPSD). Ao final do experimento foram coletadas as plantas para determina????o da mat??ria seca da parte a??rea e amostras de solo para determina????o dos atributos de fertilidade do solo. O delineamento experimental foi em blocos casualizados em arranjo fatorial (4x2) para concentra????o X solo inoculado e n??o inoculado com o fitopat??geno, com 3 blocos (1 bloco = 3 vasos com 3 plantas cada). Os resultados foram submetidos a an??lises de regress??o (SIGMAPLOT 11.0). Resultados e Discuss??o: Aos 45 dias de cultivo, as concentra????es 0, 25, 50 e 75% do biofertilizante incorporado ao solo de cultivo elevou o teor de mat??ria seca das plantas de tomateiro ?Kai??ara? com efeito quadr??tico proporcional ?? concentra????o aplicada nos solos com e sem o fitopat??geno. A severidade de S. rolfsii foi reduzida a partir da concentra????o de 25% de biofertilizante nos tratamentos em solo com o fitopat??geno, com efeito log??stico ?? concentra????o aplicada. Dos atributos qu??micos, as concentra????es de biofertilizante elevaram a condutividade el??trica, os teores de f??sforo, pot??ssio e magn??sio com efeito quadr??tico proporcional ?? concentra????o de biofertilizante aplicada nos solos com inoculados e n??o inoculados com S. rolfsii. Para o pH, o c??lcio, o Valor M e a Soma de Bases o efeito quadr??tico proporcional ?? concentra????o de biofertilizante foi observado somente nos solos sem o fitopat??geno. A CTC n??o apresentou diferen??a significativa entre as concentra????es do biofertilizante em ambos os tipos de solo. As concentra????es do biofertilizante reduziram significativamente os teores de alum??nio no solo, com comportamento log??stico decrescente. aControle Biol??gico aLycopersicum esculentum ares??duos marinhos1 aCANT??, R. R.1 aSCHALLENBERGER, E.1 aMORALES, R. G. F. tIn: CONGRESSO VIRTUAL DE AGRONOMIA, 11., 2023, Online. Anais... S??o Paulo: CONVIBRA, 2023.